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	<title>Manalais - Publicidade e Propaganda &#187; Jackson</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO e branding.</description>
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		<title>A evolução das logomarcas. Afinal, pra que mudar?</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 11:37:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Quem trabalha com publicidade ou design algum dia na vida passou pela seguinte situação: cliente novo na carteira da agência. O segmento é promissor e as oportunidades para desenvolver um trabalho criativo são ainda maiores. Porém, após uma imersão nesse novo cliente a equipe de criação identifica sérias fragilidades na logomarca. Mal concebida graficamente ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-655" title="logo-evolution-brand-companies-pepsi" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/logo-evolution-brand-companies-pepsi1.jpg" alt="logo-evolution-brand-companies-pepsi" width="500" height="331" /></p>
<p>Quem trabalha com publicidade ou design algum dia na vida passou pela seguinte situação: cliente novo na carteira da agência. O segmento é promissor e as oportunidades para desenvolver um trabalho criativo são ainda maiores. Porém, após uma imersão nesse novo cliente a equipe de criação identifica sérias fragilidades na logomarca. Mal concebida graficamente ou apenas obsoleta em razão do passar dos anos, a marca clama por um novo design. Ok, a partir daí a agência sugere que essa nova fase de comunicação deve contemplar um projeto de <strong>redesenho na identidade visual</strong>. Aí começa a encrenca. É muito comum encontrar os defensores ferrenhos da &#8220;tradição&#8221;, não importa se é uma pequena empresa familiar ou grupo com faturamento superior a R$ 100 milhões. Para os xiitas da marca qualquer coisa é motivo para deixar as coisas como estão. Num cenário assim é possível ouvir frases do tipo, &#8220;meu avô, fundador da empresa, desenhou essa logo, e temos orgulho de nesses últimos 50 anos não ter alterado um traço sequer. Seria uma desonra a memória da família promover uma mudança na logomarca&#8221;. Ou ainda, &#8220;O que nossos clientes vão pensar!? Tivemos muito sucesso nesses últimos anos como essa marca. Uma reestilização na logo poderia ser mal recebida pelo mercado&#8221;, e por aí vai.</p>
<p>É uma lástima que decisões sérias que afetam o futuro de muitos negócios sejam relegadas ao plano da superstição ou dos sentimentos familiares e pessoais. Será que esses guardiões do Santo Graal em algum momento pararam para pensar que o Mundo mudou? Nossas roupas, carros, telefones, cortes de cabelo não são os mesmos de 15 anos atrás. Por que a marca deve permanecer imutável diante de toda essa evolução? Tradição e reconhecimento massivo dos consumidores não são motivos para não promover redesenhos na logomarca. Muito pelo contrário, marcas superconsolidadas realizaram mudanças significativas em suas logomarcas em espaços de tempo relativamente curtos (10 anos ou até menos). Claro, não precisa nem dizer que esse trabalho deve ser realizado por designers e empresas realmente qualificadas. Ou você faria uma cirurgia plástica com um médico que não fosse um especialista? Ou quem sabe com um cidadão que nem sequer médico é? Ora, então porque confiar a execução de uma logomarca para um estagiário ou micreiro operador de Corel Draw? O assunto é sério e merece o respeito dos gestores realmente comprometidos com os resultados da empresa. Mesmo porque &#8211; ainda que o processo pareça muito simples &#8211; uma verdadeira modernização ou reestilização na identidade visual engloba uma série de fatores que vão muito além de um desenho bonitinho da logo.</p>
<p>Ainda está em dúvida se a logomarca da sua empresa deve evoluir, dê uma olhada no histórico de evolução de algumas marcas bem conhecidas: <a title="Evolução de logos" href="http://www.boredpanda.com/21-logo-evolutions-pepsi-cola-apple-nike-nokia/" target="_blank">www.boredpanda.com</a></p>
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		<title>Publicidade online: esqueça os clicks</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 16:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídia digital]]></category>

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Segundo levantamento da eMarketer, em 2009 os investimentos no meio de publicidade online representaram mais de US$ 24 bilhões. Os números crescem a cada ano, contudo, é interessante observar que enquanto tudo e todos convergem para a web, esse mesmo meio ainda é considerado o patinho feio na hora de disputar as verbas com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/propaganda-get-a-mac-nytimes-apple.png" alt="propaganda-get-a-mac-nytimes-apple" title="propaganda-get-a-mac-nytimes-apple" width="530" height="310" class="alignnone size-full wp-image-604" /></p>
<p>Segundo levantamento da <strong>eMarketer</strong>, em 2009 os investimentos no meio de publicidade online representaram mais de US$ 24 bilhões. Os números crescem a cada ano, contudo, é interessante observar que enquanto tudo e todos convergem para a web, esse mesmo meio ainda é considerado o patinho feio na hora de disputar as verbas com a TV e mídia impressa. Por que isso acontece? Em parte pela incerteza no que tange ao Retorno sobre o Investimento (ROI) das campanhas de publicidade online. Veículos de comunicação, agências de publicidade e anunciantes parecem não falar a mesma língua quando o assunto é a eficácia das verbas investidas em anúncios online.  </p>
<p>Se você é um anunciante, seja pequeno ou grande, é muito provável que já tenha feito a seguinte pergunta: por que os retornos sobre adbanners são tão baixos? Fique tranquilo, você não é o único. A realidade é que as pessoas estão clicando cada vez menos nos anúncios. Em 2007, 32% dos usuários da internet clicaram em banners. Em 2009, apenas 16%! Embora nos dias de hoje as taxas de <em>click-through</em> fiquem, em média, até abaixo de 0,1%, isso não significa que os banners não estejam impactando os consumidores. O problema está na metodologia utilizada para mensuração dos resultados. A métrica amplamente aceita pelo mercado baseada em cliques imediatos, a taxa de <em>click-through</em>, infelizmente está longe de mostrar o comportamento real dos consumidores. Pior ainda, o declínio nas taxas de click-thru tem provocado repercussões negativas, deixando muitos anunciantes receosos quanto a investir em mídias digitais. Por essas e outras, acredito que a análise simplista baseada apenas nos clicks imediatos está com os dias contados. Estudos recentes revelam a necessidade de se trabalhar com uma métrica mais ampla, como por exemplo, o <em>view-through</em>. A ideia é compreender o que os consumidores fazem após alguns dias ou semanas de exposição a um determinado adbanner. Ou seja, estaremos mais próximos do que já é realizado para medir a eficiência nas mídias tradicionais. </p>
<p>Ainda não está convencido sobre a eficácia da mídia online? Pense nos mais de 25 milhões de brasileiros que já estão conectados à web e passam horas navegando; ou melhor, em 90 milhões de brasileiros que até 2014 estarão ligados a rede. Francamente, onde você acha que um jovem que não conheceu vídeo cassete, LP, ou uma lista telefônica, irá buscar informações ou adquirir produtos? </p>
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		<title>Publicidade digital faz aniversário de 15 anos</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídia digital]]></category>
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		<description><![CDATA[
Essa semana a publicidade digital entrou na sua adolescência. Há exatos 15 anos acontecia a primeira exibição de uma campanha de anúncios online no site Hotwired.com. A home page da Wired Magazine, que entrou no ar em 1994, foi a primeira revista na web a atrair investimentos em mídia das blue chips. O artigo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-542" title="Site_Wired" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/Site_Wired2.jpg" alt="Site_Wired" width="520" height="390" /></p>
<p>Essa semana a publicidade digital entrou na sua adolescência. Há exatos 15 anos acontecia a primeira exibição de uma campanha de anúncios online no site Hotwired.com. A home page da <a title="Website Wired Magazine" href="http://www.wired.com/" target="_blank">Wired Magazine</a>, que entrou no ar em 1994, foi a primeira revista na web a atrair investimentos em mídia das blue chips. O <a title="Artigo AdAge Frank D´Angelo" href="http://adage.com/digitalnext/article?article_id=139964" target="_blank">artigo</a> de Frank D´Angelo, publicado na Advertising Age, explica muito bem o contexto que culminou na introdução dessa nova mídia.</p>
<p>Naquele ano, Bob Schmetterer, presidente da agencia norte-americana MVBMS, pertencente ao grupo Euro RSCG, abriu um job para desenvolver algo chamado &#8216;graphical ad unit&#8217; para o seu cliente de telefonia MCI anunciar na HotWired. Segundo palavras de Bob o negócio era explorar esse meio e ver o que acontecia. Juntamente com a MCI, outros cinco anunciantes também apostaram na ideia e participaram dessa primeira campanha na HotWired: <strong>Volvo</strong>, <strong>ClubMed</strong>, <strong>1-800 Collect</strong>, <strong>AT&amp;T</strong> e <strong>Zima</strong>.</p>
<p>Contudo, se paramos para analisar como era o ambiente de 1994 ficamos pasmos. O browser ainda era um precursor do Netscape, o Mosaic; a velocidade de rede chegava quando muito a 24,4kps (linha discada é claro); e finalmente, a população online no US não passava de 2 milhões de pessoas. Ora, mesmo diante de todas as limitações tecnológicas esse grupo de precursores provou que estava no caminho certo. Os resultados da exibição dos ad banners dessa primeira campanha foram surpreendentes. Que tal uma taxa de <em>click-through</em> de 78%? Difícil imaginar taxas assim, principalmente nos dias de hoje onde os resultados chegam a 0,08%, mas isso é assunto para outro post. O fato é que a publicidade online deve movimentar em 2009 cerca de US$ 24 bilhões! Nada mal para uma mídia tão jovem, que sequer foi notada por muitos anunciantes.</p>
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		<title>Propaganda que funciona: a pertinência é o segredo do sucesso!</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 00:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria de marketing]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesse nosso segmento da publicidade e propaganda vemos cada barbaridade! Já perdi a conta de quantas vezes ouvi de espertinhos: &#8220;não preciso de agência de publicidade para aumentar meus `custos´. Fechei uma mídia direto com a TV, e o melhor de tudo, esse pacote de infocomerciais vai sair mais barato que uma inserção de rádio!&#8221; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesse nosso segmento da <strong>publicidade e propaganda</strong> vemos cada barbaridade! Já perdi a conta de quantas vezes ouvi de espertinhos: &#8220;não preciso de <strong>agência de publicidade</strong> para aumentar meus `custos´. Fechei uma mídia direto com a TV, e o melhor de tudo, esse pacote de infocomerciais vai sair mais barato que uma inserção de rádio!&#8221; Ah, sim estamos diante do clássico cenário do cara que acha ter descoberto o segredo de transformar chumbo em ouro. De agora em diante seus problemas de comunicação com os consumidores acabaram, como bem diria o bordão do <strong>Casseta &amp; Planeta</strong>. <strong>Criatividade e planejamento</strong> para que o comercial possua adequação e pertinência com o público-alvo, ora bolas para que tudo isso? Basta martelar na mídia, não é mesmo? Errado. Uma exposição de marca mal realizada pode ter mais efeitos negativos do que muita gente imagina. Para quem também acha que esses insuportaveis infocomerciais engrossam o <a href="http://www.manalais.com.br/blog/propaganda/o-lixo-atomico-da-propaganda/">lixo atômico</a> da nossa publicidade assistam esse hilário comercial produzido pela agência <strong>McCann</strong>. `Cemitério´ é o nome do filme, muito bacana!</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hOUz5v7U4Uw&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/hOUz5v7U4Uw&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Pat Fallon: espremendo a laranja</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 17:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
		<category><![CDATA[fallon]]></category>

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		<description><![CDATA[
O mais recente livro do renomado publicitário Pat Fallon, Criatividade &#8211; Espremendo a laranja, acaba de ser lançado no Brasil pela editora M.Books. Tive a oportunidade de adquirir um exemplar no final do ano passado quando o livro foi lançado nos USA. Naquele momento a agência de Minneapolis, Fallon Worldwide, que leva seu nome, apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/pat-fallon-espremendo-a-laranja.jpg" title="Capa livro Pat Fallon"><img vspace="10" align="left" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/pat-fallon-espremendo-a-laranja.jpg" hspace="10" alt="Capa livro Pat Fallon" /></a><br />
O mais recente livro do renomado publicitário Pat Fallon, <a href="http://www.mbooks.com.br/cgi-bin/e-commerce/busca_e-commerce.cgi?lvcfg=mbooks&amp;action=saibamais&amp;codigo=800194">Criatividade &#8211; Espremendo a laranja</a>, acaba de ser lançado no Brasil pela editora M.Books. Tive a oportunidade de adquirir um exemplar no final do ano passado quando o livro foi lançado nos USA. Naquele momento a agência de Minneapolis, <strong>Fallon Worldwide</strong>, que leva seu nome, apesar de algumas perdas, vivia um momento muito melhor do que o atual. Grandes clientes, que por sinal ilustraram os brilhantes cases do livro, como a United Airlines, o Citi, a Lee e a BMW deixaram recentemente a carteira da agência. Há algumas semanas começou a discussão sobre o alinhamento com a <strong>Saatchi &amp; Saatchi </strong>Reino Unido, que também pertence a <strong>Publicis Group</strong>, do qual faz parte a Fallon. A idéia seria formar um &#8220;minigrupo&#8221; para revitalizar as operações das duas empresas. Mas em momento algum esses percalços tiram o brilho desse genial profissional chamado Pat Fallon. Para falar a verdade admiro muito o trabalho dos caras da Fallon. Em primeiro lugar, pela capacidade de gerar resultados sólidos para seus clientes, reconhecidos e premiados pela <em>American Marketing Association </em>(AMA) em inúmeros <a href="http://www.effie.org/">EFFIEs</a>, e pelo prêmio David Ogilvy de eficácia publicitária. Quantos profissionais de maketing ou publicitários falam sobre esses prêmios? Por outro lado, qualquer estudante conhece e sonha com o tradicional festival que acontece todos os anos em Cote D´Azur. Em segundo lugar, a Fallon prova que é possível fazer uma comunicação criativa voltada para resultados e não apenas para ganhar prêmios.</p>
<p>No livro os autores procuram mostrar como a criatividade pode atuar como uma poderosa vantagem competitiva para os negócios, apresentando um apanhado de <em>cases</em> premiados produzidos pela Fallon ao longo dos anos. Desde 1981, quando a então Fallon McElligott nasceu, e já produziu uma campanha inovadora para um salão de cabeleireiros de Minneapolis, até os espetaculares filmes dirigidos por Tony Scott, Joe Carnahan e outros diretores para a BMW. Uma leitura muito agradável e fundamental para os profissionais de comunicação e marketing.</p>
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		<title>Clássicos do cinema</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jul 2007 11:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[fellini]]></category>

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Já faz um tempo que acompanhar a programação e escolher um bom filme para assistir virou, com a permissão do trocadilho, uma missão impossível. Não que eu seja contra as produções hollywoodianas de linha, mas a quantidade de lixo cinematográfico vem ganhando proporções assustadoras. Desde as desgastadas comédias românticas até as inconcebíveis e estúpidas superproduções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/potenquim.jpg" title="Cartaz Potenquim"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/potenquim.jpg" alt="Cartaz Potenquim" /></a></p>
<p>Já faz um tempo que acompanhar a programação e escolher um bom filme para assistir virou, com a permissão do trocadilho, uma missão impossível. Não que eu seja contra as produções hollywoodianas de linha, mas a quantidade de lixo cinematográfico vem ganhando proporções assustadoras. Desde as desgastadas comédias românticas até as inconcebíveis e estúpidas superproduções como <em>O Homem Aranha 3</em>. E quando você acha que hollywood chegou no seu limite, descobre que do mais seco bagaço eles ainda conseguem extrair um bom caldo. Basta reunir um elenco com as maiores estrelas do cinema, pegar um roteiro qualquer &#8211; não precisa ser original, o melhor mesmo é dar aquela requentada &#8211; misturar tudo, fazer um lançamento grandioso e <em>voilà</em>! Se por acaso você lembrou do filme <em>13 Homens e Um Novo Segredo</em> não é mera coincidência.</p>
<p>Porém, neste artigo, não quero entrar em pormenores dos filmes medíocres mascarados por horas e mais horas de CG ou por elencos milionários. Quero trazer algumas sugestões de clássicos para oxigenar nossas mentes tão viciadas pelas pasteurizadas produções norte-americanas. Fica a ressalva, para quem não está acostumado a assistir os filmes ditos de &#8220;arte&#8221;, quanto a alguns efeitos nesse processo de adaptação ou, se preferir chamar, desintoxicação. Não se assuste quando diante de um filme como <em>O Leopardo</em>, de Luchino Visconti ou <em>Ran</em>, de Kurosawa, ouvir coisas do gênero: &#8220;nossa, como é longo e parado!&#8221; ou ainda diante de um <em>La Dolce Vita</em>, de Fellini, &#8220;não entendi. Afinal, ele fica ou não com a mulher no final?&#8221; Fique tranqüilo, tudo isso faz parte do tratamento. Com o tempo você conseguirá curtir alguns filmes fora do formato tradicional hollywoodiano.</p>
<p><strong>10 filmes clássicos que vale a pena assistir:</strong></p>
<p>1. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Encoura%C3%A7ado_Potemkin">O Encouraçado Potemkin, 1925</a> (Direção: Serguei Eseinstein)<br />
2. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/John_ford">No Tempo das Diligências, 1939</a> (Direção: John Ford)<br />
3. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Luchino_visconti">Rocco e seus Irmãos, 1960</a> (Direção: Luchino Visconti)<br />
4. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/David_lean">Dr. Jivago, 1965</a> (Direção: David Lean)<br />
5. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Michelangelo_antonioni">Blowup, 1966</a> (Direção: Michelangelo Antonioni)<br />
6. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Sergio_Leone">Era uma Vez no Oeste, 1968</a> (Direção: Sergio Leone)<br />
7. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Stanley_Kubrick">2001: Uma Odisséia no Espaço, 1968</a> (Direção: Stanley Kubrick)<br />
8. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Federico_Fellini">Amarcord, 1974</a> (Direção: Federico Fellini)<br />
9. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Francis_ford_coppola">Apocalipse Now, 1979</a> (Direção: Francis Ford Coppola)<br />
10. <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Akira_kurosawa">Ran, 1985</a> (Direção: Akira Kurosawa)</p>
<p><em>Essa pequena lista representa apenas uma sugestão, já que para cada diretor citado podemos encontrar outras excelentes obras. Sem falar em grandes diretores, ainda não citados, que serão comentados em futuros artigos.</em></p>
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		<title>Quem precisa do iPhone?</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/tecnologia/quem-precisa-do-iphone/</link>
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		<pubDate>Fri, 29 Jun 2007 22:07:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[ipod]]></category>
		<category><![CDATA[wi-fi]]></category>

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		<description><![CDATA[Começou hoje a venda do tão aguardado iPhone. Mas, o frenesi em torno do lançamento desse mais novo produto da Apple está deixando algumas pessoas literalmente sem dormir. Como um dos nossos leitores comentou, tem gente fazendo fila e acampando em frente à Apple Store da Fifth Avenue. Também acho exagero.
Apesar do sucesso do pré-lançamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começou hoje a venda do tão aguardado iPhone. Mas, o frenesi em torno do lançamento desse mais novo produto da <a href="http://www.apple.com">Apple</a> está deixando algumas pessoas literalmente sem dormir. Como um dos nossos leitores comentou, tem gente fazendo fila e acampando em frente à Apple Store da Fifth Avenue. Também acho exagero.<br />
Apesar do sucesso do pré-lançamento e toda essa histeria no início das vendas, vamos aguardar e ver como será entrada da Apple nesse segmento de <em>smartphones</em>. Em contrapartida, no mercado corporativo, executivos e analistas de TI estão muito cautelosos quanto a migrar para a plataforma do iPhone. Segundo especialistas, o iPhone apresenta inúmeras desvantagens no que tange a e-mails e segurança. Só para citar um exemplo, o Bank of America, que atualmente utiliza o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Blackberry">BlackBerry</a>, declarou que não tem planos para mudar de plataforma. A adoção corporativa do iPhone, pelo menos por enquanto, deve andar a passos lentos.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/iphone.jpg" title="iPhone"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/iphone.jpg" alt="iPhone" /></a></p>
<p>Olhe que bacana! Essa fila me lembrou aquelas liquidações de início de ano que as grandes redes de varejo fazem para desovar os produtos de mostruário. É claro, com algumas pequenas diferenças. Estamos falando de Nova Iorque; o produto em questão NÃO está com desconto; o estoque NÃO é limitado, já que as empresas chinesas que manufaturam para a Apple devem estar trabalhando a mil e certamente darão conta da demanda; e por fim, os consumidores que estão na fila, definitivamente, NÃO são carentes ou necessitados. Isso é puro colírio para os olhos do Steve Jobs e para os marqueteiros da Apple.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/fila-macstore.jpg" title="Fila na MacStore de Nova Iorque"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/fila-macstore.jpg" alt="Fila na MacStore de Nova Iorque" /></a></p>
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		<title>Design renasce no segmento de PCs</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 12:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[apple]]></category>
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		<description><![CDATA[Você anda cansado da mesmice e da falta de estilo dos computares pessoais? Pois é, parece que existe uma luz no fim do túnel, e não estou me referindo a mais uma das peripécias da Apple. De acordo com o estudo da Forrester Research, nos próximos cinco anos, haverá um movimento de renascença do design [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você anda cansado da mesmice e da falta de estilo dos computares pessoais? Pois é, parece que existe uma luz no fim do túnel, e não estou me referindo a mais uma das peripécias da Apple. De acordo com o estudo da Forrester Research, nos próximos cinco anos, haverá um movimento de renascença do design no segmento de computadores. O setor, nos últimos anos muito focado em tecnologia, apresentou poucas inovações no que tange à aparência e ao design. A evolução do branco e bege para o preto e cinza foi um desses progressos. O estudo detectou uma demanda latente por PCs com estilo e, principalmente, consumidores dispostos a pagar mais por esse design diferenciado.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_1400_pink.jpg" title="Notebook Dell"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_1400_pink.jpg" alt="Notebook Dell" /></a></p>
<p>Desempenho só não basta, as pessoas desejam personalizar a estética de seus computadores. Acha difícil? Dê uma olhada no site da <a href="http://www.dell.com/content/topics/segtopic.aspx/advertised?c=us&amp;cs=19&amp;l=en&amp;s=dhs&amp;~ck=anavml">Dell</a>. É possível customizar seu laptop escolhendo entre diversas opções de tamanho, forma, funcionalidade, em mais de 10 tipos de cores, que vão do rosa ao amarelo. Para divulgar essa nova estratégia a Dell lançou uma campanha de marketing utilizando o slogan &#8220;yours is here&#8221;. Outros fabricantes como a HP, a Gateway, a Sony e a Acer também já acordaram para o que já está sendo chamado de a <em>era da estética nos PCs</em>. Para quem acompanha nosso blog já comentamos exatamente sobre essa tendência no artigo <a href="http://blog.manalais.com.br/2007/06/11/a-estetica-nos-negocios/">A Estética nos Negócios</a>.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_eight_colors.jpg" title="Notebooks Dell - Oito Cores"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_eight_colors.jpg" alt="Notebooks Dell - Oito Cores" /></a></p>
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		<title>JVC lança o chip 4K2K D-ILA com super resolução para projetores</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 11:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[h.264]]></category>
		<category><![CDATA[hdtv]]></category>

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		<description><![CDATA[ A JVC anunciou na InfoComm 2007 o lançamento do seu novo chip, o 4K2K D-ILA, dirigido ao segmento profissional de projetores. O chip é 43% menor que seus antecessores (1.27 polegadas), e é capaz de produzir imagens com 10 Megapixel (4096&#215;2400), ou seja, uma resolução quatro vezes maior que a High Definition (HD). Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><img vspace="10" align="left" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/jvc_dila_4k_chip_smaller.jpg" hspace="10" alt="JVC Chip" /> A <a href="http://pro.jvc.com/pro/pr/2007/infocomm/victor_release.html">JVC</a> anunciou na InfoComm 2007 o lançamento do seu novo chip, o 4K2K D-ILA, dirigido ao segmento profissional de projetores. O chip é 43% menor que seus antecessores (1.27 polegadas), e é capaz de produzir imagens com 10 Megapixel (4096&#215;2400), ou seja, uma <strong>resolução quatro vezes maior</strong> que a <a href="http://blog.manalais.com.br/2006/10/11/tv-digital-e-alta-definicao/">High Definition (HD)</a>. Essa nova tecnologia também garante um contraste de 20.000:1, produzindo imagens com qualidade sem precedentes. Só para se ter uma idéia, os projetores comuns DLP ou LCD, têm, em média, uma resolução 1280&#215;1024 e contraste de 2.000:1. Além de menores, os novos projetores JVC 4K devem ser utilizados em aplicações <em>high end </em>como em simuladores de vôo, modelagen 3D e CAD, aplicações médicas e salas de cinema digital.</p>
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		<title>Crescimento no mercado publicitário brasileiro</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jun 2007 20:45:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pesquisas e Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[ambev]]></category>

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		<description><![CDATA[Apesar do pífio crescimento do PIB brasileiro, o mercado publicitário registrou um faturamento de R$ 23 bilhões em 2006, apresentando um crescimento de 9,1% em relação ao ano de 2005. Os dados publicados pelo Projeto Inter-Meios da editora Meio &#38; Mensagem revelam que o Estado de São Paulo ainda é o campeão de recursos, com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar do pífio crescimento do PIB brasileiro, o mercado publicitário registrou um faturamento de <strong>R$ 23 bilhões</strong> em 2006, apresentando um crescimento de 9,1% em relação ao ano de 2005. Os dados publicados pelo <em>Projeto Inter-Meios da editora Meio &amp; Mensagem </em>revelam que o Estado de São Paulo ainda é o campeão de recursos, com uma fatia de quase 42% dos investimentos. A TV aberta mantém a hegemonia no mix de investimentos (59,5%), mas foi a TV por assinatura que apresentou o maior índice de aumento de faturamento sobre 2005 (41,6%).</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/investimento_intermeios_1_1.gif" title="Investimento Intermeios"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/investimento_intermeios_1_1.gif" alt="Investimento Intermeios" /></a></p>
<p>Na lista dos maiores anunciantes não houve mudanças significativas entre os Top 10. As Casas Bahia mantém a liderança isolada com investimentos em compra de mídia de <strong>R$ 807 milhões</strong>, muito embora represente um valor 21% menor que o aplicado em 2005 (R$ 1,02 bilhão). Seguido pelo investimento de R$ 426 milhões da Unilever, que cresceu 59% em relação ao ano anterior.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/investimento_intermeios_2.gif" title="Investimento Intermeios 2"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/investimento_intermeios_2.gif" alt="Investimento Intermeios 2" /></a></p>
<p>P.S.: Só para lembrar, segundo a TNS Media Intelligence, <strong>o mercado publicitário norte-americano gira em torno de US$ 152,3 bilhões</strong>. Mas lá a preocupação está em cima da anêmica taxa de 1,7% de crescimento do setor. Alguns marqueteiros defendem que não há motivos para histeria, já que muito dinheiro está migrando para outros serviços de marketing, ainda não mensurados pelas auditagens de mídia, como ações digitais, gerenciamento de incentivos e relacionamento.</p>
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