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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia &#187; Robson</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>O Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 02:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O site de relacionamentos Facebook vale 15 bilhões de dólares e pertence a um garotão que outro dia recusou sem pensar um bilhão de &#8216;verdinhas&#8217; pelo programa. Pelo menos no papel vale isso. A cada dia esse site fica mais popular e é mais utilizado por estudantes americanos. Nós no Brasil preferimos o tal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/facebook-tela.jpg" title="facebook"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/facebook-tela.jpg" alt="facebook" /></a></p>
<p>O site de relacionamentos <em>Facebook</em> vale 15 bilhões de dólares e pertence a um garotão que outro dia recusou sem pensar um bilhão de &#8216;verdinhas&#8217; pelo programa. Pelo menos no papel vale isso. A cada dia esse site fica mais popular e é mais utilizado por estudantes americanos. Nós no Brasil preferimos o tal de <a href="http://www.orkut.com">orkut</a>. O que é na verdade esse orkut (que pertence ao google)? e a que se presta? Posso estar enganado e por favor me corrijam, mas esse orkut até agora só vi servir para fazer funcionário parar de trabalhar, e ficar verificando se tem mensagem nova a cada dez minutos. Alguns casos de pedofilia e outros de venda de drogas via comunidades especializadas também foram observados. No mais, é so menina mostrando o traseiro e gente tentando ter seu espaço &#8216;net&#8217; quase que de graça, bastando para isso só colocar sua vida pessoal aos olhos do &#8216;grande público&#8217;.</p>
<p>Como é então que esse facebook ficou tão famoso e valioso se o tal de orkut (que é semelhante) não decolou nos &#8216;estates&#8217;. O <a href="http://www.facebook.com">facebook</a> teve um marketing melhor voltado ao meio universitário americano, e o orkut se lançou só via &#8216;contaminação da internet&#8217;= de boca em boca. Como é que algo assim fica valendo 15 bilhões de dólares? Definitivamente é mais sofisticado visualmente que o orkut e não tem sacanagem. Está aí o segredo: agradou o americano. Como o pessoal do facebook ganha dinheiro então? Com anúncios nas páginas que são visitadas várias vezes ao dia pelos seu aficcionados. E a nova onda agora é que o facebook vai começar a vender as informações lá colocadas pelos seus usuários para as empresas. Imagine as possibilidades de atingir uma pessoas com um anúncio se a empresa sabe exatamente o que esse pessoa prefere, se é pizza ou cachorro-quente. Além do mais as pessoas conectadas a essa pessoa também podem ser atingidas pelo anúncio, ou servir de base para anúncios em massa para comunidades de pessoas com gostos semelhantes.</p>
<p>No Google o anúncio é postado ao lado do resultado da sua pesquisa por palavra, no facebook a postado a nível individual. Imaginem as possibilidades para aquela empresas que sabem usar esse tipo de meios para atingir seu cliente. 15 bilhões=infinito número de clientes, combinações de gostos, e características pessoais querendo visualizar seus produtos serviços</p>
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		<title>Negócio da China III</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Aug 2007 02:58:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para escrever esse artigo, minha inspiração foi um movimento realizado em Curitiba há alguns anos. A idéia, juntamente com protestos anti-Bush, era retirar pessoas da fila do Mcdonalds, e foi orquestrado por militantes que odeiam os americanos e os EUA. Pensei nisso quando estava assistindo um programa que a NBC exibiu sobre nutrição e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para escrever esse artigo, minha inspiração foi um movimento realizado em Curitiba há alguns anos. A idéia, juntamente com protestos anti-Bush, era retirar pessoas da fila do Mcdonalds, e foi orquestrado por militantes que odeiam os americanos e os EUA. Pensei nisso quando estava assistindo um programa que a NBC exibiu sobre nutrição e o império dos arcos dourados. Num dos segmentos foi mostrado os progressos e planos da empresa na China. O Mcdonalds tem 800 lojas na China e 200 em Hong Kong. A primeira loja abriu em 1990 e o presidente do Mcdonald&#8217;s para o mercado chinês afirma que a empresa projeta 20 mil lojas potenciais para a China no futuro, considerando uma população de 1.3 bilhão de pessoas. O Mcdonalds adota uma política expansionista pela via do investimento em vizinhanças pobres que, com a chegada de um loja do Mcdonalds pronta para abrir, começam a valorizar instantâneamente.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/mcdonalds_china.jpg" title="McDonald´s China"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/mcdonalds_china.jpg" alt="McDonald´s China" /></a></p>
<p>Na ditadura da China comunista, com economia capitalista, ainda vale a máxima de Deng Shao Ping &#8220;Não importa se o gato é preto ou branco, desde que cace os ratos&#8221;. Depois do programa terminado, voltei então a pensar nos resultados de um movimento para arrancar pessoas da fila do McDonalds em Curitiba, e me deu saudades do X-Picanha do Waldo (com provolone e palmito).</p>
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		<title>Negócio da China II</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 00:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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Já se foram os bons tempos em que se falava de produtos de segunda e falsificações vindas de países asiáticos, adquiridos por nós em aventuras de compras cruzando o Rio Paraná. A preocupação era não comprar uísque falso ou aquele aparelhinho eletrônico que depois de alguns meses não servia para mais nada. Agora é a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/bandeira-china.jpg" title="China"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/bandeira-china.jpg" alt="China" /></a></p>
<p>Já se foram os bons tempos em que se falava de produtos de segunda e falsificações vindas de países asiáticos, adquiridos por nós em aventuras de compras cruzando o Rio Paraná. A preocupação era não comprar uísque falso ou aquele aparelhinho eletrônico que depois de alguns meses não servia para mais nada. Agora é a sério.<br />
A Apple lançou o Iphone, a China tem o <a href="http://ppx.popsci.com/security/view.php?symbol=ICLONE">&#8216;IClone&#8217;</a>. Lança-se um tênis Adidas novo, e imediatamente na China ele é copiado e lançado com um novo nome. A diferença agora é que esses produtos estão começando a oferecer mais qualidade e alguns prometem ser melhores que os originais. O &#8216;IClone&#8217; roda Linux e pode ser usado em qualquer parte do mundo. Os carros clonados tem todos os defeitos corrigidos e são mais econômicos. É a tal da engenharia reversa. O produto chega na China e é imediatamente desmontado e estudado para se começar o processo de cópia. Há algum tempo um avião espião americano foi forçado a pousar na China, sua tripulação depois de muita negociação retornou para os EUA num outro avião e o avião espião foi devolvido em partes, em caixas individuais.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/adidoss.jpg" title="Adidoss"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/adidoss.jpg" alt="Adidoss" /></a></p>
<p>Alguém se importaria com uma listra a mais?</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/iclone_3.jpg" title="Carros chineses"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/iclone_3.jpg" alt="Carros chineses" /></a></p>
<p>A revista <a href="http://www.popsci.com/popsci/technology/e7e48a137b144110vgnvcm1000004eecbccdrcrd.html">PopSci.com</a> fez uma reportagem muito interessante sobre o assunto que dá mais detalhes. O autor Dan Koeppel foi a China e presenciou esse fenômeno, e numa reportagem especial nos mostra mais uma surpresa vinda da terra dos dragões.</p>
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		<title>Negócio da China I</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 00:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nesta série de artigos eu gostaria de discutir as dificuldades em se adapatar às novas tendências num mundo em constante mutação. Fico curioso em saber como profissionais estão se preparando para essa nova &#8216;onda&#8217;. Estes artigos, em minha opinião, trazem elementos de discussão para todos os profissionais das áreas de marketing, propaganda, e design.
Trazendo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta série de artigos eu gostaria de discutir as dificuldades em se adapatar às novas tendências num mundo em constante mutação. Fico curioso em saber como profissionais estão se preparando para essa nova &#8216;onda&#8217;. Estes artigos, em minha opinião, trazem elementos de discussão para todos os profissionais das áreas de marketing, propaganda, e design.<br />
Trazendo à luz alguns pontos sobre o país que mais muda no mundo atualmente, e que traz do oriente novas fórmulas para o que no ocidente se considera senso comum, acho que chegou a hora de encarar o dragão.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, muito do que sem tem discutido ou se tem escutado nos meios acadêmicos e econômicos(com mais frequência), gira em torno da China. Do progresso da China, da economia chinesa, dos avanços do &#8216;capitalismo chinês&#8217;, e do futuro do mundo com a China como líder. Para aqueles que residem mais perto de onde a discussão realmente interessa, as preocupações são outras. O que preocupa aqui é o produto chinês de segunda ocupando enormes fatias do mercado americano, e o produto chinês de primeira, fabricado na China para <a href="www.apple.com">Apple</a>, <a href="http://www.mattel.com/safety/us/">Mattel</a>, <a href="http://www.sony.com/index.php">Sony</a>, chegando ao mercado com defeitos, baterias que explodem, ou com componentes que contaminam os usuários.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/spicy-chicken.jpg" title="Spicy Chicken"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/spicy-chicken.jpg" alt="Spicy Chicken" /></a></p>
<p>Na China, o negócio e produzir rápido e barato. O americano adora isso. Lá o empregado trabalha sem seguro, não precisa de direitos trabalhistas, e o principal, não reclama. Se alguém quer ter idéia de como isso funciona e só ir a um restaurante Chinês nos Estados Unidos. Tudo é rápido, barato, feito ao gosto do americano, com um cardápio simplificado, e uma rotina no atendimento. O chinês achou uma maneira de &#8220;Mcdonaldizar&#8221; uma cultura milenar para fazer o que todo mundo gosta na dança pelo poder mundial: ganhar dinheiro.</p>
<p>Se você conhecer o dono e ficar freguês mostrando interesse pela cultura e exotismos da China, aí ele te mostra um cardápio separado só para os chineses, onde a verdadeira comida chinesa se encontra. Ali tudo é mais caro e feito como deve ser. O americano médio não gosta disso pois associa o que se come no resto do mundo, exceto na Europa, como sujo e feito sem qualidade. Nesse novo mundo, e com a China chegando dessa forma agressiva em todos os mercados, o que há de ser do &#8216;tradicional&#8217; em todas as áreas do marketing? Vamos todos nos adaptar a esse movimento ou os chineses vão se adaptar ao ocidente como fizeram nos Estados Unidos?</p>
<p>No Brasil a preocupação ainda é pequena porque o Brasil não ocupa um lugar de destaque na disputa pela &#8216;dominação&#8217; mundial, o que não demanda uma preocupação muito grande por parte da China. A China está interessada no nosso churrasco por enquanto. Para explorar mercados subdesenvolvidos, a China está financiando guerras e vendendo armas na África. Para estar na liderarança dessa corrida de fundo, a China está atacando primeiro os peso-pesados: Europa, EUA, e Rússia. A invasão já começou há muitas décadas, mas não nos demos conta. Estávamos assistindo &#8220;Quem matou Odete Roytman?&#8221; e brincando com os recém chegados &#8216;<a href="http://www.tamagotchi.com/">Tamagotchi</a>&#8216;.</p>
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		<title>YouTube na eleição</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jul 2007 00:51:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Está sendo transmitido agora pela CNN direto da Carolina do Norte, um debate com todos os candidatos democratas as eleições americanas de 2008. A novidade esse ano é que as perguntas do debate vem direto, e sem censura, do site de vídeos YouTube. Perguntas de todos os cantos do país, de todos os tipos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Está sendo transmitido agora pela <strong>CNN</strong> direto da Carolina do Norte, um debate com todos os candidatos democratas as eleições americanas de 2008. A novidade esse ano é que as perguntas do debate vem direto, e sem censura, do site de vídeos <a href="http://www.youtube.com/debates">YouTube</a>. Perguntas de todos os cantos do país, de todos os tipos de pessoas, e sobre todas as áreas da política que afetam a vida do cidadão comum estão sendo usadas para pressionar o futuro presidente dos EUA. De novo os americanos na vanguarda ao mostrar ao mundo essa forma de democracia participativa. Fico aqui pensando como o Brasil vai <em>copiar</em> esse sistema e usá-lo nas nossas eleições? De onde seriam mandados os vídeos para o programa? Quem os mandaria? Eu nunca vi um brasileiro debater algo inteligente e provocativo no YouTube. Usariam o vídeo da Cicarelli?</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/pizza.jpg" title="Pizza"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/pizza.jpg" alt="Pizza" /></a></p>
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		<title>Um camelo de outra cor</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 20:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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Os cigarros Camel sempre foram associados ao masculino. Muito pelo visual aventureiro, galã, e charmosão do camelo garoto propaganda Joe Camel. As mulheres ficavam relegadas a sedução das formas fálicas disfarçadas nos traços da face do Joe Camel (criado em 1950 por Billy Coulton trabalhando para a RJ Reynolds), e as duas marcas oferecidas pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/joe_camel.jpg" title="Camel"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/joe_camel.jpg" alt="Camel" /></a></p>
<p>Os cigarros Camel sempre foram associados ao masculino. Muito pelo visual aventureiro, galã, e charmosão do camelo garoto propaganda Joe <em>Camel</em>. As mulheres ficavam relegadas a sedução das formas fálicas disfarçadas nos traços da face do Joe Camel (criado em 1950 por Billy Coulton trabalhando para a <a href="http://www.rjrt.com/home.asp">RJ Reynolds</a>), e as duas marcas oferecidas pela Reynolds Capri and Misty.<br />
Agora tudo mudou. Camel vem agora em rosa para o público feminino. Chama-se No. 9 e as festas de lançamento foram um sucesso. &#8220;Deu no New York Times&#8221;</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/camel-1.jpg" title="Cigarros Camel 1"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/camel-1.jpg" alt="Cigarros Camel 1" /></a></p>
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		<title>Nada se perde&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2007 23:19:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
As alternativas para as casas tradicionais já estão por aí (ver nosso post Pensando pequeno). Seja por razões ligadas a economia de espaço, ou preservação do meio ambiente, as casas modulares e diminutas estão ganhando o mercado. O uso de containers usados e recondicionados é uma das últimas novidades nessa área. A empresa Container City [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/nada-se-perde.jpg" title="Nada se perde"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/nada-se-perde.jpg" alt="Nada se perde" /></a></p>
<p>As alternativas para as casas tradicionais já estão por aí (ver nosso post <a href="http://www.manalais.com.br/blog/curiosidades/pensando-pequeno/">Pensando pequeno</a>). Seja por razões ligadas a economia de espaço, ou preservação do meio ambiente, as casas modulares e diminutas estão ganhando o mercado. O uso de containers usados e recondicionados é uma das últimas novidades nessa área. A empresa <a href="http://www.containercity.com/introduction.html">Container City</a> está na vanguarda com soluções inovadoras no uso dessa tecnologia.</p>
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		<title>Ver para crer</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Mar 2007 17:23:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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		<description><![CDATA[primeira vez que se vê parece um pouco estranho, mas depois de um tempo não se presta muito a atenção. A cultura do &#8216;faz-de-conta&#8217;, como observam alguns, nunca deixa de nos surpreender e nos mostrar saídas simples, ingênuas, mas que às vezes dão resultados positivos. É o caso dos &#8216;manequins&#8217; em tamanho natural, já há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>primeira vez que se vê parece um pouco estranho, mas depois de um tempo não se presta muito a atenção. A cultura do &#8216;faz-de-conta&#8217;, como observam alguns, nunca deixa de nos surpreender e nos mostrar saídas simples, ingênuas, mas que às vezes dão resultados positivos. É o caso dos &#8216;manequins&#8217; em tamanho natural, já há algum tempo populares na terra do Tio Sam.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/manequins-americanos.jpg" title="Manequins americanos"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/manequins-americanos.jpg" alt="Manequins americanos" /></a></p>
<p>Eles estão em todos os lugares, casamentos, festas de aniversário, encontros familiares, ou simplesmente em casa. As forças armadas americanas distribuem essas fotos dos que estão no Iraque ou no Afeganistão para que as famílias os tenham à mesa, nas festas, em fotos, ou simplesmente para que sua presença seja sentida na mesa na hora do jantar. Eu já estive em diversos aniversários, onde na hora de uma foto em grupo, o manequim era colocado junto ao grupo, dessa forma o ausente não ficaria fora das fotos quando se estivesse rememorando o momento anos mais tarde.</p>
<p>(crédto da foto NY Times)</p>
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		<title>Telona para jogar</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Feb 2007 20:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Grandes salas de cinema têm ficado vazias (ou não tão cheias como esperavam seus proprietários) nos últimos anos por diversos motivos. A facilidades para se obter videos em casa ou online fez com que boa parte da clientela deixasse de ir aos cinemas e com isso ficasse livre dos preços absurdos. Aqui em Utah uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Grandes salas de cinema têm ficado vazias (ou não tão cheias como esperavam seus proprietários) nos últimos anos por diversos motivos. A facilidades para se obter videos em casa ou <em>online </em>fez com que boa parte da clientela deixasse de ir aos cinemas e com isso ficasse livre dos preços absurdos. Aqui em Utah uma ida ao cinema para uma pessoa com pipoca e refrigerante, não sai por menos de $15 dólares. Considerando que os pontos <a href="http://www.redbox.com/">RedBox</a> (já falamos sobre isso <a href="http://www.manalais.com.br/blog/cinema/no-vermelho/">aqui no blog</a>) oferecem os filmes para ver em casa por $1 dólar, a coisa tem ficado complicada para os capitalistas da indústria das salas de cinema. Afinal nenhum americano está muito animado em pagar $14 a mais só para ter um som especial e ainda ter que agüentar criança chorando e pipoca voando por todos os lados.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/tela-game.jpg" title="Tela Game"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/tela-game.jpg" alt="Tela Game" /></a></p>
<p>Solução? Os cinemas agora são palco de batalhas virtuais entre os membros da platéia. É isso aí. Você vai ao cinema para jogar contra os outros ali sentados. Paga para jogar, tem o seu monitor lá com os controles e por algumas horas você pode ficar lá na frente de uma tela que as pessoas comuns não podem ter em casa. Assim todo mundo ganha. Vende-se comida, tempo para jogar, e talvez jogos para se levar para casa, jogar solo, para depois voltar e competir com os cobras da <em>telona.</em> A idéia surgiu na Espanha e já está chegando aqui na terra do Tio Sam. Na Espanha paga-se 3 Euros (US$ 3.95) para jogar e as namoradas pagam 1 Euro para assistir.</p>
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		<title>Kopi Luwak: o café animal</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Feb 2007 23:49:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>

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Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o Kopi Luwak (ou Civet Coffee) é com certeza também o mais exótico. O café vem normalmente das ilhas do arquipélago da indonésia, e também do vietnam e sul da Índia. Kopi é a palavra indonésia para café e Luwak é o nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/180px_kopi_luwak2.jpg" title="Kopi Luwak"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/180px_kopi_luwak2.jpg" alt="Kopi Luwak" /></a></p>
<p>Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o <em>Kopi Luwak</em> (ou <em>Civet Coffee</em>) é com certeza também o mais exótico. O café vem normalmente das ilhas do arquipélago da indonésia, e também do vietnam e sul da Índia. <em>Kopi</em> é a palavra indonésia para café e Luwak é o nome do animal da foto acima, o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Asian_Palm_Civet">Asian Palm Civet</a> (Paradoxurus hermaphroditus), uma espécie de gato herbívoro que habita as florestas da dita região asiática. E a conexão entre o &#8216;gato&#8217; e o café? Resposta: por alguma razão o animalzinho em questão adora banquetear-se com as frutinhas das árvores de café arábica da região, que obviamente por serem sementes, não são digeridas pelo animal. Até aí nada de extraordinário, mas a incrível capacidade humana de criação e aproveitamente das dádivas de Tupã, levou alguns indivíduos a pensar (e de fato) testar a qualidade e sabor do café que uma vez esteve nas entranhas do <em>pseudo-felino</em> comedor de <em>arabica</em>.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/kopi_luwak_cafe.jpg" title="Kopi Luwak - Café"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/kopi_luwak_cafe.jpg" alt="Kopi Luwak - Café" /></a></p>
<p>Pesquisa feita por diversas universidades atesta que o trato digestivo do animal realmente produz significativas mudanças nas sementes que depois de tratadas, higienizadas, e torradas, são vendidas a preço de ouro em <a href="http://www.animalcoffee.com/">sites especializados</a>. Todos os que provaram desta iguaria, confirmam que o sabor é algo inigualável e que deve estar na lista dos que apreciam um bom café. Fui informado que a equipe de criação da MANALAIS já encomendou Kopi Luwak para futura degustação na agência no próximo inverno. Bola branca&#8230;.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/caixa-kopi-luwak.jpg" title="Caixa de Kopi Luwak"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/caixa-kopi-luwak.jpg" alt="Caixa de Kopi Luwak" /></a></p>
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