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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>A força da palavra</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 14:08:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Todo mundo conhece o velho ditado &#8220;Uma imagem vale mais que mil palavras&#8221;, entretanto, a palavra sempre terá uma grande importancia nas atividades de comunicação. Basta ver a popularidade do Twitter com seus 140 caracteres para não esquecermos disso. As palavras tem o poder de seduzir, de encantar, de emocionar e, de vender! Percebo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-641" title="Words" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/Words6.JPG" alt="Words" width="500" height="500" /></p>
<p>Todo mundo conhece o velho ditado &#8220;Uma imagem vale mais que mil palavras&#8221;, entretanto, a palavra sempre terá uma grande importancia nas atividades de comunicação. Basta ver a popularidade do <strong>Twitter</strong> com seus 140 caracteres para não esquecermos disso. As palavras tem o poder de seduzir, de encantar, de emocionar e, de vender! Percebo com frequência que muitos materiais de comunicação não utilizam o texto com inteligência. Web sites com textos medíocres que não traduzem o posicionamento de uma empresa, anúncios com textos pobres e slogans que não dizem nada são muito comuns. O que não é comum é ver um texto inteligente, envolvente e persuasivo. Desde o início da atividade publicitária a palavra sempre teve um papel de grande importância, pois quem conhece um pouco sobre publicidade sabe do impacto que o texto exerceu na construção de campanhas publicitárias memoráveis.</p>
<p>Num mundo abarrotado de complexidade, o papel do redator é simplificar e, portanto, fazer com que o consumidor compreenda a mensagem com facilidade. O texto inteligente faz com que a marca se aproxime do consumidor e desperte a sua curiosidade. As palavras tem o poder de mudar a história de uma marca.</p>
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		<title>Quanto vale a sua marca?</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 13:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Há muito tempo se fala sobre a importância do valor de marca, mas quando analisamos o mercado constatamos que poucas empresas realmente tratam suas marcas com carinho. Infelizmente, os empreendedores de modo geral valorizam apenas os ativos tangíveis como terrenos e equipamentos. Entretanto, as pessoas que acreditam nisso deveriam rever seus conceitos, pois muitas marcas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-625" title="Funil" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/Funil1.jpg" alt="Funil" width="450" height="419" /></p>
<p>Há muito tempo se fala sobre a importância do valor de marca, mas quando analisamos o mercado constatamos que poucas empresas realmente tratam suas marcas com carinho. Infelizmente, os empreendedores de modo geral valorizam apenas os ativos tangíveis como terrenos e equipamentos. Entretanto, as pessoas que acreditam nisso deveriam rever seus conceitos, pois muitas marcas já valem muito mais do que os ativos fixos. <strong>Google,</strong> <strong>Coca-Cola</strong> e <strong>Apple</strong> são alguns dos exemplos mais gritantes. Mas o que faz uma marca valer mais? Nunca podemos perder de vista que uma marca valiosa é aquela capaz de criar um forte conexão emocional com os consumidores, mas para que isso aconteça uma marca precisa passar por várias etapas e provações para chegar no ponto de maturação. O fato de todo mundo reconhecer a sua marca, não significa que ela seja desejada ou considerada seriamente no processo de decisão de compra. E mais importante ainda: que o consumidor seja um verdadeiro fã da sua marca. Por essa razão é fundamental ter a consciência da importância desse processo evolutivo da percepção do consumidor.</p>
<p>Para que o processo de construção de uma marca seja feito com a máxima eficácia precisamos fazer o uso inteligente do branding, da publicidade e do marketing. E ninguém melhor para conduzir essa tarefa do que uma boa agência de propaganda. Posso afirmar sem medo, que as grandes marcas brasileiras são fortes porque trabalharam em parcerias de longo prazo com suas agências. Marcas como <strong>Itaú</strong>, <strong>Sadia</strong>, <strong>Bombril, Brastemp, Tigre, Natura e Semp Toshiba</strong> são vitoriosas em razão disso. Definitivamente não consigo lembrar de uma marca de sucesso que tenha sido construída com ações imediatistas, com estratégias fracas e com campanhas publicitárias medíocres. Essa última constatação vale para as empresas que acham que basta comprar mídia que tudo se resolve. Então, reflita sobre tudo isso e, por favor, se você realmente quiser ver a sua marca crescer, não deixe a área de marketing na mão de parentes ou de estagiários.</p>
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		<title>Embalagens que fazem a diferença</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/design/embalagens-que-fazem-a-diferenca/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 18:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Resolvi selecionar as 9 melhores embalagens, segundo o guru de design Andrew Gibbs para que os nossos leitores tenham uma base do que é uma embalagem bem concebida. Já falei em vários posts sobre quanto acredito no poder do design. Não importa a aplicação: logomarcas, embalagens, web sites, ambientes ou produtos. O design é capaz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-617" title="GX" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/02/GX.jpg" alt="GX" width="500" height="478" /></p>
<p>Resolvi selecionar as <a href="http://www.fastcompany.com/pics/nine-best-packages-picked-design-guru-andrew-gibbs#1">9 melhores embalagens,</a> segundo o guru de design <strong>Andrew Gibbs</strong> para que os nossos leitores tenham uma base do que é uma embalagem bem concebida. Já falei em vários posts sobre quanto acredito no poder do design. Não importa a aplicação: logomarcas, embalagens, web sites, ambientes ou produtos. O design é capaz de despertar fortes emoções nos consumidores. Quem souber utilizar o design com inteligência terá mais chances de sucesso.</p>
<p>Este post também é um alerta para que os empresários olhem o design com mais respeito, pois muitos acreditam que suas embalagens são ótimas, perfeitas!! Será mesmo?</p>
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		<title>Publicidade online: esqueça os clicks</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 16:02:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<category><![CDATA[mídia digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
Segundo levantamento da eMarketer, em 2009 os investimentos no meio de publicidade online representaram mais de US$ 24 bilhões. Os números crescem a cada ano, contudo, é interessante observar que enquanto tudo e todos convergem para a web, esse mesmo meio ainda é considerado o patinho feio na hora de disputar as verbas com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/propaganda-get-a-mac-nytimes-apple.png" alt="propaganda-get-a-mac-nytimes-apple" title="propaganda-get-a-mac-nytimes-apple" width="530" height="310" class="alignnone size-full wp-image-604" /></p>
<p>Segundo levantamento da <strong>eMarketer</strong>, em 2009 os investimentos no meio de publicidade online representaram mais de US$ 24 bilhões. Os números crescem a cada ano, contudo, é interessante observar que enquanto tudo e todos convergem para a web, esse mesmo meio ainda é considerado o patinho feio na hora de disputar as verbas com a TV e mídia impressa. Por que isso acontece? Em parte pela incerteza no que tange ao Retorno sobre o Investimento (ROI) das campanhas de publicidade online. Veículos de comunicação, agências de publicidade e anunciantes parecem não falar a mesma língua quando o assunto é a eficácia das verbas investidas em anúncios online.  </p>
<p>Se você é um anunciante, seja pequeno ou grande, é muito provável que já tenha feito a seguinte pergunta: por que os retornos sobre adbanners são tão baixos? Fique tranquilo, você não é o único. A realidade é que as pessoas estão clicando cada vez menos nos anúncios. Em 2007, 32% dos usuários da internet clicaram em banners. Em 2009, apenas 16%! Embora nos dias de hoje as taxas de <em>click-through</em> fiquem, em média, até abaixo de 0,1%, isso não significa que os banners não estejam impactando os consumidores. O problema está na metodologia utilizada para mensuração dos resultados. A métrica amplamente aceita pelo mercado baseada em cliques imediatos, a taxa de <em>click-through</em>, infelizmente está longe de mostrar o comportamento real dos consumidores. Pior ainda, o declínio nas taxas de click-thru tem provocado repercussões negativas, deixando muitos anunciantes receosos quanto a investir em mídias digitais. Por essas e outras, acredito que a análise simplista baseada apenas nos clicks imediatos está com os dias contados. Estudos recentes revelam a necessidade de se trabalhar com uma métrica mais ampla, como por exemplo, o <em>view-through</em>. A ideia é compreender o que os consumidores fazem após alguns dias ou semanas de exposição a um determinado adbanner. Ou seja, estaremos mais próximos do que já é realizado para medir a eficiência nas mídias tradicionais. </p>
<p>Ainda não está convencido sobre a eficácia da mídia online? Pense nos mais de 25 milhões de brasileiros que já estão conectados à web e passam horas navegando; ou melhor, em 90 milhões de brasileiros que até 2014 estarão ligados a rede. Francamente, onde você acha que um jovem que não conheceu vídeo cassete, LP, ou uma lista telefônica, irá buscar informações ou adquirir produtos? </p>
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		<title>Avatar: a usina de lucros de James Cameron</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 20:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Assisti Avatar na semana passada e tive uma grata surpresa. Achei que seria outro filme com mega verba, roteiro fraco e muitos efeitos especiais, entretanto, Avatar demonstrou o contrário. Posso parecer suspeito para falar, pois admiro o trabalho de Cameron, um cineasta que fez ótimos filmes ao longo de sua carreira. Avatar faturou US$ 1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-590" title="Avatar" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Avatar.JPG" alt="Avatar" width="480" height="270" /></p>
<p>Assisti <strong>Avatar</strong> na semana passada e tive uma grata surpresa. Achei que seria outro filme com mega verba, roteiro fraco e muitos efeitos especiais, entretanto, Avatar demonstrou o contrário. Posso parecer suspeito para falar, pois admiro o trabalho de <strong>Cameron</strong>, um cineasta que fez ótimos filmes ao longo de sua carreira. Avatar faturou US$ 1 bilhão em poucas semanas de exibição e pode se tornar a maior bilheteria de história superando inclusive o <strong>Titanic</strong> que rendeu quase US$ 2 bilhões. O sucesso deste filme não veio por acaso, além de uma orçamento de produção poderoso,  James Cameron soube como unir ficção científica, ação e romance para construir uma história realmente poderosa. Ele foi esperto em utilizar como temática principal a questão da sustentabilidade, aproveitando a ebulição atual em torno deste tema. O resultado é um filme com visual impressionante e que ao mesmo tempo emociona, pois o diretor utilizou com inteligência os imensos recursos tecnológicos disponíveis para criar um filme capaz de criar uma conexão emocional com o público.</p>
<p>Avatar é uma ótima fonte de inspiração para o mundo da comunicação, em que precisamos cada vez mais criar laços emocionais com os consumidores. Não podemos confiar apenas em animações de primeira grandeza e mega produções, pois a tecnologia precisa ser usada como aliada da criatividade.  Avatar é a prova disso. Faz um tremendo sucesso porque a história é envolvente e a tecnologia contribuiu para enriquecer dramaticamente o filme. Além disso, a mensagem de preocupação com a sustentabilidade do planeta é muito clara. Nunca podemos perder de vista que o envolvimento e a clareza são fundamentais para a construção de uma comunicação eficaz.</p>
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		<title>A proliferação dos gurus de mídias sociais</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/a-proliferacao-dos-gurus-de-midias-sociais/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jan 2010 16:21:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Atualmente existem 16.000 perfis no Twitter de pessoas que se autoproclamam gurus de social media. É engraçado ver que agora com as redes sociais qualquer pessoa, em tese, pode se tornar um marketeiro digital. Além disso, nos últimos 2 anos houve um aumento significativo no número de agências 100% digitais. Sem dúvida, as mídias sociais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-577" title="Rinpoche" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/01/Rinpoche.JPG" alt="Rinpoche" width="469" height="633" /></p>
<p>Atualmente existem 16.000 perfis no <strong>Twitter </strong>de pessoas que se autoproclamam gurus de social media. É engraçado ver que agora com as redes sociais qualquer pessoa, em tese, pode se tornar um marketeiro digital. Além disso, nos últimos 2 anos houve um aumento significativo no número de agências 100% digitais. Sem dúvida, as mídias sociais proporcionam inúmeras oportunidades paras as marcas, entretanto, acredito que as ações em social media precisam de planejamento, de pensamento estratégico e de profissionais com bastante vivência na área de comunicação. Dentro em breve, os clientes irão aprender a separar o joio do trigo, já que muitos marketeiros digitais do Twitter, nunca desenvolveram na vida uma campanha integrada, um planejamento estratégico ou até mesmo um case em ambiente digital. Será que esses &#8220;gurus&#8221; são os mais indicados para elaborar e implementar uma estratégia digital para sua marca?</p>
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		<title>Lua Nova faz sucesso apostando na sensualidade</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 17:41:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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A trilogia Crepúsculo continua arrebatando fãs no mundo todo. O filme Lua Nova faturou US$ 140 milhões nos primeiros dias de exibição nos Estados Unidos. Fui ver o filme e confesso que foi duro permanecer na poltrona até o fim. O roteiro é fraco e a impressão é que os produtores tentaram &#8220;encher linguiça&#8221;, na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-571" title="Lua Nova" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/12/Lua-Nova.JPG" alt="Lua Nova" width="520" height="648" /></p>
<p>A trilogia <a href="http://www.manalais.com.br/blog/livros/qual-o-segredo-do-sucesso-do-livro-crepusculo/"><strong>Crepúsculo</strong></a> continua arrebatando fãs no mundo todo. O filme <strong>Lua Nova</strong> faturou US$ 140 milhões nos primeiros dias de exibição nos Estados Unidos. Fui ver o filme e confesso que foi duro permanecer na poltrona até o fim. O roteiro é fraco e a impressão é que os produtores tentaram &#8220;encher linguiça&#8221;, na falta de um conteúdo relevante. Mas, o fato é que os caras de hollywood são espertos e sabem que não é difícil cativar meninas de 15 anos. Se no primeiro filme, a atenção estava voltada para o vampiro galã <strong>Edward Cullen</strong>, que arrebatou corações mundo afora, em Lua Nova, o seu rival <strong>Jacob Black </strong>ganha espaço na disputa pelo amor de<strong> Bella Swan. </strong>A aposta na sensualidade dos galãs parece que funcionou. Além do que, fica cada dia mais evidente que a receita para o sucesso na indústria do entretenimento é trabalhar com maestria a embalagem. Para hollywood o conteúdo pode e deve permanecer em segundo plano.</p>
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		<title>Posicionamento: a chave para o sucesso de uma marca</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/posicionamento-a-chave-para-o-sucesso-de-uma-marca/</link>
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		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 13:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Não tenho a menor dúvida que o posicionamento é a chave para o crescimento sustentável de uma empresa. Todo mundo que leu algum livro de marketing sabe da importância do posicionamento. Mas como tudo na vida existe uma grande lacuna entre conhecer, reconhecer a importância e realmente colocar em prática. A verdade é a que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-559" title="chave" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/chave.JPG" alt="chave" width="520" height="346" /></p>
<p>Não tenho a menor dúvida que o posicionamento é a chave para o crescimento sustentável de uma empresa. Todo mundo que leu algum livro de marketing sabe da importância do posicionamento. Mas como tudo na vida existe uma grande lacuna entre conhecer, reconhecer a importância e realmente colocar em prática. A verdade é a que a maioria esmagadora das empresas não se preocupa em criar e construir seu posicionamento na mente do consumidor. Anunciantes iniciantes e muitas vezes, com o bolso cheio de dinheiro, ficam deslumbrados e acreditam que bastam estar na mídia, não importa de que forma. Por essa razão que a qualidade da propaganda no Brasil atualmente, com exceção dos grandes anunciantes, é um <a href="http://www.manalais.com.br/blog/propaganda/o-lixo-atomico-da-propaganda/">lixo atômico</a>! Não falo isso apenas porque quero defender a qualidade criativa das campanhas, mas principalmente, porque posicionamento se constrói com coerência e relevância nas mensagens. Como uma empresa espera construir um posicionamento sólido e diferenciado sem nenhum tipo de planejamento? Campanhas com estratégias criativas estúpidas e incoerentes, troca de anúncios ou campanhas antes mesmo que o consumidor absorva a mensagem, produções de comerciais com baixíssima qualidade e por aí vai. Tente imaginar se posicionamentos como: <strong>Não é nenhuma Brastemp</strong> ou <strong>Não tem preço da Mastercard</strong> foram construídos com visão imediatista. Exemplos como estes ilustram o que é necessário para a construção de um posicionamento de sucesso:  visão de longo prazo e foco.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Publicidade digital faz aniversário de 15 anos</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/internet/publicidade-digital-faz-aniversario-de-15-anos/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 11:20:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[mídia digital]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[
Essa semana a publicidade digital entrou na sua adolescência. Há exatos 15 anos acontecia a primeira exibição de uma campanha de anúncios online no site Hotwired.com. A home page da Wired Magazine, que entrou no ar em 1994, foi a primeira revista na web a atrair investimentos em mídia das blue chips. O artigo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-542" title="Site_Wired" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/Site_Wired2.jpg" alt="Site_Wired" width="520" height="390" /></p>
<p>Essa semana a publicidade digital entrou na sua adolescência. Há exatos 15 anos acontecia a primeira exibição de uma campanha de anúncios online no site Hotwired.com. A home page da <a title="Website Wired Magazine" href="http://www.wired.com/" target="_blank">Wired Magazine</a>, que entrou no ar em 1994, foi a primeira revista na web a atrair investimentos em mídia das blue chips. O <a title="Artigo AdAge Frank D´Angelo" href="http://adage.com/digitalnext/article?article_id=139964" target="_blank">artigo</a> de Frank D´Angelo, publicado na Advertising Age, explica muito bem o contexto que culminou na introdução dessa nova mídia.</p>
<p>Naquele ano, Bob Schmetterer, presidente da agencia norte-americana MVBMS, pertencente ao grupo Euro RSCG, abriu um job para desenvolver algo chamado &#8216;graphical ad unit&#8217; para o seu cliente de telefonia MCI anunciar na HotWired. Segundo palavras de Bob o negócio era explorar esse meio e ver o que acontecia. Juntamente com a MCI, outros cinco anunciantes também apostaram na ideia e participaram dessa primeira campanha na HotWired: <strong>Volvo</strong>, <strong>ClubMed</strong>, <strong>1-800 Collect</strong>, <strong>AT&amp;T</strong> e <strong>Zima</strong>.</p>
<p>Contudo, se paramos para analisar como era o ambiente de 1994 ficamos pasmos. O browser ainda era um precursor do Netscape, o Mosaic; a velocidade de rede chegava quando muito a 24,4kps (linha discada é claro); e finalmente, a população online no US não passava de 2 milhões de pessoas. Ora, mesmo diante de todas as limitações tecnológicas esse grupo de precursores provou que estava no caminho certo. Os resultados da exibição dos ad banners dessa primeira campanha foram surpreendentes. Que tal uma taxa de <em>click-through</em> de 78%? Difícil imaginar taxas assim, principalmente nos dias de hoje onde os resultados chegam a 0,08%, mas isso é assunto para outro post. O fato é que a publicidade online deve movimentar em 2009 cerca de US$ 24 bilhões! Nada mal para uma mídia tão jovem, que sequer foi notada por muitos anunciantes.</p>
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		<title>A sua empresa tem um plano de gestão de reputação?</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 12:52:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Achei interessante fazer um post sobre este assunto, porque poucas empresas investem em gestão de riscos de reputação, o chamado reputation risk management. No máximo, algumas delas contam com planos de gestão de crises. O fato é que quando criamos um plano de gestão de riscos, agimos de forma pró-ativa e não reativamente depois que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/plan.JPG" alt="plan" title="plan" width="520" height="390" class="alignnone size-full wp-image-526" /></p>
<p>Achei interessante fazer um post sobre este assunto, porque poucas empresas investem em gestão de riscos de reputação, o chamado <em>reputation risk management</em>. No máximo, algumas delas contam com planos de gestão de crises. O fato é que quando criamos um plano de gestão de riscos, agimos de forma pró-ativa e não reativamente depois que uma crise explode e compromete a reputação de uma empresa. Investir tempo na criação de um plano estratégico com enfoque na reputação vem se tornando algo fundamental nos dias atuais. Lembram da velha máxima que dizia que um cliente insatisfeito falava mal de sua marca para pelo menos outra meia dúzia de amigos ou conhecidos. Pois, hoje esse mesmo cliente de posse de um conta no <strong>Facebook,</strong> <strong>Orkut</strong> ou <strong>Twitter</strong> pode falar bem ou mal da sua marca para centenas ou até milhares de outras pessoas que participam da sua rede. Portanto, a adesão voraz do consumidor as diversas redes sociais faz com que as empresas necessitem redobrar os cuidados com a sua reputação. É evidente, que neste cenário, as empresas já não tem o controle, mas elas devem estar 100% ligadas nas percepções das pessoas e nos comentários que elas fazem. Por isso, um plano de gestão de reputação é vital para o sucesso e a perpetuidade de um negócio. A sua empresa não precisa ser cotada na bolsa de valores para você começar a se preocupar com esse assunto. Afinal, mesmo que a sua empresa não precise prestar conta para investidores, líderes comunitários, sindicatos ou órgãos reguladores, ainda assim, você dependerá de criar e sustentar uma reputação sólida junto a clientes, funcionários e fornecedores.</p>
<p>Mas como podemos fazer uma gestão de reputação eficaz? Em primeiro lugar é necessário formular um plano que estabeleça as melhores práticas, as metodologias de mensuração e as ações corretivas. O objetivo de tudo isso é mapear constantemente as percepções e atitudes dos públicos interessados, por meio de ferramentas web, pesquisas quantitativas e qualitativas. Dessa forma, uma empresa pode identificar os gaps e colocar planos de ação para corrigir as &#8220;brechas&#8221;. Agir assim, é evitar possíveis crises, mas também incrementar o valor de mercado da empresa, melhorar o nível de fidelização de clientes e a retenção de funcionários. Agora, o que a sua empresa está fazendo nesse sentido?</p>
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