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Um bom diagnóstico pode salvar uma empresa

Dr. House

Ao longo da minha experiência como consultor pude descobrir o maior pecado capital dos empresários e executivos: a falta de humildade. Isso é uma constante nas empresas, pois quanto mais tarimbado e bem formado for um executivo, mais riscos ele corre de afundar o navio que comanda, se não tiver humildade. A experiência juntamente com uma formação acadêmica sólida pode ser uma benção quando bem utilizada, entretanto, se levar ao excesso de confiança, o resultado pode ser catastrófico. Executivos arrogantes, muitas vezes, acham que sabem tudo e costumam não escutar idéias ou sugestões de colegas, consultores externos e até mesmo de clientes. A vaidade toma conta de tudo, sem deixar espaço para outros pontos de vista sobre um determinado problema ou situação. Por tudo isso, acredito que a ferramenta de diagnóstico estratégico quando aplicada por consultores externos pode propiciar um raio-x preciso sobre uma empresa. Um diagnóstico bem realizado oferece aos gestores a oportunidade de analisar os problemas e as oportunidades de negócio de um outro ângulo, identificar rupturas e, principalmente, criar um panorama de reflexão muito mais amplo. Com isso, podemos enriquecer substancialmente o processso de tomada de decisão, bem como a qualidade das estratégias a serem formuladas.

Atualmente, as empresas gastam 95% de seu tempo em questões táticas e operacionais, portanto, quais as chances de uma empresa sozinha, apenas com seu staff interno, pensar adequadamente em todas as variáveis estratégicas de um negócio? É óbvio, que o resultado disso são estratégias equivocadas que levam ao fracasso. Por essa razão, o diagnóstico externo mostra-se como a primeira parte da resposta, pois a segunda só virá por meio de estratégias bem formuladas e magistralmente implementadas. Estamos vivendo a era da inteligência coletiva, onde o individualismo já não produz os mesmos resultados de antigamente, se é que algum dia produziu.

Publicado por Jemon em 27 de julho de 2009 arquivado em Marketing | Deixe o seu comentário »

Como vencer no mundo digital?

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Estamos vivendo uma rápida transição de um mundo analógico para outro extremamente digitalizado. Prova disso é a proliferação dos smartphones, dos blogs e das redes sociais e a decadência dos grandes jornais dependentes de impressão e de assinaturas. Agora, como uma empresa pode aproveitar essas novas ferramentas para fidelizar e ganhar novos consumidores? Em primeiro lugar, empresários e executivos precisam ter a consciência de que esse novo ambiente oferece muitas oportunidades, entretanto, a complexidade para desenhar e implementar estratégias neste ambiente é drasticamente maior.

Como dizia Platão “Um homem é duplamente ignorante quando não tem consciência de sua ignorância”. Falo isso, porque vejo muitas empresas implementar ações digitais com uma amadorismo infantil. Quando analisamos que podemos lançar uma campanha digital com uma pequena fração do investimento que seria necessário para ações em mídias tradicionais como TV ou revista, normalmente ficamos com uma percepção de que tudo será um mar de rosas. Essa é a verdadeira armadilha! Acredito muito no potencial do marketing digital, entretanto, a dificuldade de alcançar resultados palpáveis para uma marca não é tão diferente das dificuldades enfrentadas pela mídia tradicional. Sempre digo para meus clientes que não podemos esquecer que qualquer ação de marketing, seja ela offline ou online, sempre esbararra em dois fatores determinantes: oferta de produtos superior a demanda e bilhões de mensagens publicitárias que dificultam a retenção das mesmas. Aliado a isso, o mundo digital transformou as decisões de marketing em algo muito mais complexo, o que exigirá dos marketeiros muito mais análise e capacidade de lidar com uma infinidade de opções. Então, qual a saída? Investir tempo em planejamento e implementar as ações com base nas melhores práticas. Isso requer uma definição clara de objetivos, seleção criteriosa dos tipos de plataformas digitais a serem utilizados, mensuração sistemática e análise constante das ações dos concorrentes e, principalmente, foco no médio e longo prazo. Dessa forma, você pode potencializar suas chances de sucesso no uso das ferramentas digitais.

Publicado por Jemon em 6 de julho de 2009 arquivado em Marketing | 1 Comentário »

Qualidade percebida é tudo!

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Se você é empresário tenha cuidado na hora de avaliar a qualidade associada ao seu produto. Em primeiro lugar, a maioria dos executivos tem uma visão estreita com relação a qualidade, pois acreditam que a percepção de qualidade só está associada ao produto ou serviço que vendem. É importante ter a consciência de que na cabeça do consumidor a qualidade percebida é muito mais do que o produto em si. Por isso, todos os pontos de contato do consumidor com a marca é que produzirão um maior ou menor nível de qualidade percebida. Quando analisamos sob essa ótica, percebemos que não basta ter um produto de qualidade, é preciso fazer com que o consumidor tenha uma excelente experiência de compra. Não adianta, por exemplo, um restaurante ter uma excelente comida (qualidade do produto), se existem déficits em atendimento, decoração, limpeza dos banheiros e praticidade no estacionamento. Neste caso, a qualidade percebida pelo consumidor dependerá do somatório destes fatores.

Quanto mais positiva for a percepção do consumidor maior serão as chances da sua empresa construir uma reputação de alto nível. Já foram realizados diversos estudos que demonstram a existência de uma forte correlação estatística entre o nível de reputação e a intenção de compra dos consumidores.

É por tudo isso, que a qualidade percebida é um ativo essencial para uma empresa crescer, pois interfere diretamente na performance financeira de um negócio. Portanto, não pense em termos de produto, pense em criar experiências diferenciadas.

Publicado por Jemon em 20 de junho de 2009 arquivado em Branding | Deixe o seu comentário »

A miopia de marketing da GM

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Quem acompanha as estratégias de marketing da General Motors há um certo tempo sabe o quanto esta gigante de Detroit cometeu equívocos. São décadas de erros e arrogância de seus principais executivos. Aliás, a presunção sistemática ao longo dos anos por parte de seus gerentes custou caro a GM. Trata-se de uma empresa que sempre ignorou as tendências e as necessidades dos consumidores. Prova disso foram os inúmeros insucessos da GM em lançamento de produtos.  Parece que até crianças de 8 anos de idade são mais coerentes que a turma de marketing de Detroit.

A verdade é que a GM deve servir de exemplo para todos nós, pois as empresas que quiserem ir na contramão dos desejos dos consumidores vão terminar mal. Por isso, marketeiros e empresários precisam olhar com muito cuidado para as tendências que influenciam no consumo.

Publicado por Jemon em 15 de junho de 2009 arquivado em Marketing | Deixe o seu comentário »

Safari 4: a gerra dos browsers continua

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A última versão do browser da Apple, o Safari 4, teve 11 milhões de downloads em apenas 3 dias. Se analisarmos que um dos principais atributos para o sucesso de um browser é a velocidade, o Safari 4 fica bem na foto, já que carrega páginas HTML 3 vezes mais rápido que o Internet Explorer 8 e o FireFox 3.

Publicado por Jemon em 12 de junho de 2009 arquivado em Internet | Deixe o seu comentário »

As 100 pessoas mais criativas nos negócios

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A revista americana Fast Company publicou uma lista das 100 pessoas mais criativas no mundo dos negócios. Nomes como Jonathan Ive, o gênio de design da Apple, e Melinda Gates, esposa do todo poderoso da Microsoft, aparecem na lista. As personalidades citadas exercem muita influência no mundo dos negócios e suas idéias podem revolucionar desde o futuro da indústria energética até a mídia.

Já fiz vários posts falando sobre a importância da criatividade, mas é uma pena que no Brasil, ela ainda seja pouco valorizada. As empresas brasileiras de modo geral tem medo de arriscar, de inovar.  Precisamos começar a olhar para a criatividade como um ativo estratégico dentro das empresas e preparar o terreno para que ela realmente germine!

Publicado por Jemon em 30 de maio de 2009 arquivado em Curiosidades | Deixe o seu comentário »

Seattle: uma cidade impulsionada pela criatividade

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A bela Seattle foi eleita recentemente a cidade mais criativa dos Estados Unidos. Além de ser uma cidade  que alia modernidade com natureza exuberante, também é um celeiro de idéias. Seattle abriga potências empresariais como Microsoft, Starbucks e Boeing, só para citar algumas das filhas mais diletas da cidade. Mas a cidade tem outros méritos, pois é rica em eventos culturais e no percentual de livrarias espalhadas pela cidade. Além disso, quem é fã de grunge music conhece a cidade de longa data. Seattle é perfeita para geeks que optam por trabalhar pesado durante os 8 meses de tempo ruim (leia-se muita chuva!) e curtem os outos 4, em que o clima torna-se delicioso. Cafés, parques, museus e alta tecnologia fazem a alegria dos criativos que povoam a cidade.

Publicado por Jemon em 4 de maio de 2009 arquivado em Curiosidades | Deixe o seu comentário »

Twitter dá um salto!

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Segundo dados da empresa de mensuração online comScore, o Twitter explodiu no número de visitantes no mês de março. Em um único mês, o Twitter ganhou 5 milhões de visitantes. Números como estes colocam o Twitter como a empresa digital mais quente do momento. Prova da força desse microblogging foi a enrascada da Amazon que não monitorou adequadamente o que estavam falando sobre sua marca. No ambiente digital, as marcas não poderão se dar ao luxo de dormir, porque enquanto dormem alguém poderá fazer grandes estragos.

Publicado por Jemon em 16 de abril de 2009 arquivado em Internet | Deixe o seu comentário »

Como transformar o marketing em uma máquina de lucros?

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Se você é um empresário, procure fazer a si mesmo a seguinte pergunta: como tenho tratado o marketing em minha empresa? Tenho um orçamento de marketing atrelado as vendas? Trabalho com uma agência de propaganda criativa e inteligente? Faço uso de consultores externos? Participo com frequência das reuniões relativas a esta área? Se a sua resposta for negativa para a maioria destas perguntas, talvez esteja na hora de você repensar o significado do marketing. Embora, a maioria dos empresários considere esta atividade menos relevante que outras áreas, vale ressaltar que o marketing em essência é um modelo de gestão. E como tal, precisa ser tratado com o devido grau de importância que todo modelo de gestão exige. Portanto, se você passar a olhar o marketing sob essa nova ótica, você irá perceber que o marketing poderá ser uma alavanca poderosa para a sua empresa. Agora é preciso deixar claro que para isso acontecer é preciso planejar com inteligência as ferramentas de marketing mais adequadas para o seu negócio e, paciência para aguardar os retornos que na maioria das vezes não são tão rápidos. Um modelo de gestão orientado pelo marketing faz com que uma empresa a médio e longo prazo ganhe poder de competitividade, melhore seus níveis de rentabilidade e estabeleça uma relação mais sólida e profunda com seus consumidores. Ou seja ainda é a melhor arma contra a comoditização do mercado.

A sua marca é oportunista ou uma marca que veio para ficar? Lembre-se que marcas como Itaú, Sadia, Natura, TAM e Coca-Cola trabalham o marketing com horizonte de longo prazo e por essa razão viraram campeãs de lucratividade. A questão que realmente importa não é se você tem US$ 100 milhões para investir em marketing ou apenas US$ 100 mil, porque em última análise é a sua postura em relação ao marketing que fala mais alto.

Publicado por Jemon em 25 de março de 2009 arquivado em Marketing | Deixe o seu comentário »

O poder da web no marketing de incentivo

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Todo mundo sabe que a web vem revolucionando com rapidez nossos hábitos de compra e a forma de nos relacionarmos com as outras pessoas. No caso dos programas de incentivo e relacionamento, a web contribui para reduzir os custos e para ampliar os mecanismos de controle já que todos os dados podem ser mensurados em tempo real. Na realidade, a web faz com que todos os envolvidos ganhem, desde os patrocinadores de uma campanha ou programa até o participante. O crescimento na base de computadores no país, bem como o acesso a banda larga faz com que os programas de incentivo apoiados em plataformas web se tornem ferramentas muito poderosas para as empresas que precisam incentivar e fidelizar clientes, parceiros e colaboradores espalhados nas mais variadas regiões do Brasil. Nesse sentido quanto maior for a base de participantes, maior será a diluição dos custos com set up de plataforma, premiações e gestão operacional. Os participantes tornam-se mais propensos a participar de um programa, uma vez que eles podem se registrar em uma plataforma de premiação web e acompanhar seus extrato de pontos, resgatar prêmios, acompanhar rankings e receber por email ou sms todas as novidades do programa. A grande jogada é que podemos controlar cada uma das etapas de um programa de incentivo, de modo a evitar rupturas que prejudiquem o desempenho global da ação. Dessa forma, os níveis de efetividade sobem drasticamente e, consequentemente, o ROI da campanha também.

No Brasil ainda é tímida a utilização de plataformas web de incentivo, mas a tendência é um crescimento acentuado. A Microsoft e a Lenovo são duas empresas bastante atuantes na utilização da web para incentivar seus clientes e parceiros. Espero que outras empresas acordem para essa nova realidade, porque sem dúvida nenhuma, as vantagens obtidas são enormes.

Publicado por Jemon em 23 de março de 2009 arquivado em Marketing | 1 Comentário »

Be simple

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Em mercados saturados ser simples é uma atitude bastante inteligente. Os executivos precisam aprender cada dia mais a transformar seus problemas de alta complexidade em produtos e serviços mais simples e fáceis de usar. Há um tempo atrás uma grande empresa de eletroeletrônicos fez um teste de usabilidade para seus produtos e teve uma surpreendente constatação: nem os próprios funcionários da empresa sabiam como utilizar os produtos. Ora bolas, se nem o fabricante consegue usar que dirá o consumidor.

Os fabricantes de bens de consumo como celulares, TVs e outros produtos eletrônicos acreditam que agregar novas funcionalidades a cada novo produto lançado é a melhor estratégia, entretanto, de modo geral o consumidor não tem tanta paciência para aprender a usar um produto. Em pesquisa recente feita nos Estados Unidos constatou-se que o consumidor médio americano não perde mais do que 20 minutos tentando aprender a utilizar as funcionalidades de um telefone celular. Se ele não consegue aprender nesse tempo, ele simplesmente devolve o aparelho para a loja. Portanto, acredito que o futuro será das empresas minimalistas, ou seja, aquelas que projetam produtos fáceis de usar. Lembre-se de que menos muitas vezes significa mais!

Publicado por Jemon em 9 de março de 2009 arquivado em Marketing | Deixe o seu comentário »

Louis Vuitton: uma marca de US$ 20 bilhões

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O fabricante francês de malas e bolsas, Louis Vuitton com certeza não imaginava que sua marca pudesse ir tão longe. A LV foi fundada no fim do século XIX em Paris e ganhou impulso desde que foi adquirida pelo poderoso grupo francês LVMH um conglomerado de marcas de luxo que abarca sob seu guarda-chuva marcas como: Givenchy, Chandon, Christian Dior, Tag Heuer, Kenzo e dezenas de outras grifes.

A LV é uma usina de lucros para o grupo LVMH que apostou em campanhas de marketing com celebridades de peso para alavancar a sua força. Para se ter uma idéia, a marca é atualmente a mais valiosa do mercado de luxo, e isso se reflete em faturamento de US$ 5 bilhões com uma confortabilíssima margem de lucro acima dos 40%. Além disso, a LV é de longe a marca mais falsificada do planeta. Sem dúvida nenhuma uma lovemark!

Confira também o ranking da Interbrand com as marcas de luxo mais valiosas do planeta.

Publicado por Jemon em 3 de março de 2009 arquivado em Branding | Deixe o seu comentário »

Sony Walkman expande sua família

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Para não dizerem que eu só falo da Apple, aí vão os novos players da Sony. Eles são compatíveis com vários formatos como: MP3, ATRAC, WMV, MPEG-4, JPEG e AAC, e permitem a armazenagem de até 40 horas de áudio e 10 horas de vídeo. E é claro: em várias cores.

Da mesma forma que o iPod, o Walkman foi lançado pela Sony na década de 80 sem nenhum tipo de pesquisa de mercado e se transformou rapidamente num sucesso comercial. O Steve Jobs com certeza deve ter aprendido alguma coisa com o Akio Morita.

Publicado por Jemon em 3 de março de 2009 arquivado em Tecnologia | Deixe o seu comentário »

Qual o grau de desejabilidade dos seus produtos?

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Já tive a oportunidade de participar de centenas de reuniões de briefing em que empresários expõem o quanto seus produtos são excepcionais em termos de qualidade. Agora será que o consumidor também percebe as coisas dessa forma? Infelizmente, na maioria das vezes não,  já que no mundo atual existe uma oferta de produtos muito superior a demanda que faz com a atenção do consumidor seja totalmente fragmentada. Essa é uma constatação bastante simples, mas que ao mesmo tempo torna tudo mais complexo e custoso para as empresas. Em primeiro lugar a tal da qualidade é hoje um pré-requisito competitivo e não mais um elemento diferenciador. Acredito que o consumidor pós-moderno busca a satisfação de necessidades racionais e emocionais. Talvez a qualidade preencha o espaço racional, entretanto, o espaço emocional só é preenchido por produtos com capacidade de sedução. Veja, você não precisa necessariamente ter um produto inovador, mas terá que trabalhá-lo com inteligência para que ele seja percebido pelo consumidor como algo diferente, ou pelo menos, mais atraente. Agora como podemos atingir essa meta? Se fosse fácil, absolutamente todas as empresas deste planeta sempre produziriam produtos de alta desejabilidade, entretanto, você pode conseguir bons resultados prestando atenção a detalhes como: design, embalagens, propaganda, preço e experiências de uso. Aprenda com empresas como a Apple ou o Cirque de Soleil que são campeãs em criar produtos diferenciados. É triste constatar que a maioria das empresas trabalha seus produtos como meras comodities e o que é pior: acabam aprisionados para sempre no calabouço das baixas margens de lucro. Essas empresas são normalmente dirigidas por pessoas que adoram economizar na hora de fazer propaganda, definir o design do produto ou os materiais a serem utilizados em sua concepção.

As pessoas querem qualidade e todos os atributos racionais de um produto, mas elas querem, acima de tudo, algo bonito, atraente, desejável. Segundo o famoso sociólogo italiano Domênico de Masi estamos vivendo a era da estética. Portanto, tenha isso em mente na hora de projetar e promover os seus produtos.

Publicado por Jemon em 26 de fevereiro de 2009 arquivado em Marketing | Deixe o seu comentário »

ICON A5: uma revolução na aviação

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A ICON é uma empresa sediada na Califórnia que tem tudo para virar a Apple da aviação. A ICON tem apenas 4 anos de idade e conta com um produto incrível: o ICON A5. Um avião barato, com design arrojado e extremamente versátil. Ele é leve, seguro e possui asas dobráveis, além de um cockpit que lembra o painel de um carro esportivo. O ICON custa apenas US$ 139.000,00. Agora, no meu modo de ver, a grande jogada do produto, além é claro, do design, é a sua versatilidade. Imagine rebocar o seu avião quando você for para a praia como quem leva uma moto ou um barco.

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O bacana é que o ICON permite pouso em terra e na água, o que expande os horizontes de utilização desse brinquedo. E o melhor de tudo: você não gasta com hangar. É só dobrar a asa e puxá-lo pra dentro da garagem. Quer mais?

A ICON Aircraft está criando uma nova categoria dentro do mercado de aviação ao lancar um avião com essas características. O ICON é a materialização do sonho de liberdade com estilo e por um custo viável, já que você não precisa ser milionário para conseguir comprar um.

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Publicado por Jemon em 28 de janeiro de 2009 arquivado em Design | 2 Comentários »

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