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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia &#187; endomarketing</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>Quinn Emanuel:um escritório de advocacia com personalidade</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2008 11:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Não é a primeira vez que falo sobre o quanto a personalidade de uma marca faz a diferença. Os consumidores não viram fãs de marcas mornas. O escritor argentino José Ingenieros em seu fabuloso livro Le Hombre Medíocre já dizia que a maioria da população é formada por medíocres, por pessoas sem personalidade. Segundo ele, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/next58quinnemanuel1.jpg" title="next58quinnemanuel1.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/09/next58quinnemanuel1.jpg" alt="next58quinnemanuel1.jpg" /></a></p>
<p>Não é a primeira vez que falo sobre o quanto a personalidade de uma marca faz a diferença. Os consumidores não viram fãs de marcas mornas. O escritor argentino <strong>José Ingenieros</strong> em seu fabuloso livro <strong>Le Hombre Medíocre</strong> já dizia que a maioria da população é formada por medíocres, por pessoas sem personalidade. Segundo ele, existem dois extremos: o imbecil e o gênio, cabendo ao medíocre a coluna do meio. Acho que isso vale para as marcas, pois a maioria delas fica no meio, sempre desprovidas de personalidade própria e completamente imitativas. Elas não inovam em nada. A categoria formada pelas empresas medíocres tem a doce ilusão de que basta estar na mídia, pois elas nunca se preocupam em criar uma verdadeira identidade para suas marcas. Mas a boa notícia é que existem marcas que trilham caminhos diferentes, como é o caso do <a href="http://www.quinnemanuel.com">Quinn Emanuel Urquhart </a>, um escritório de advocacia americano com sede em Los Angeles que conseguiu se posicionar e criar uma personalidade diferenciada num universo totalmente padronizado. Pra início de conversa, quem visita a sua sede tem a impressão de estar em uma empresa de tecnologia do <strong>Vale do Sílicio</strong>. O clima é informal e muitos advogados vão trabalhar de jeans. Outro fator que joga a favor do Quinn é a sua especialização: só trabalham com grandes litígios de negócios. Atitude diferenciada, foco e agressividade comercial fizeram com que o escritório alcançasse um faturamento de US$380 milhões, sendo um dos escritórios de maior crescimento no mercado americano. O estilo cool diferencia a marca junto a dois públicos fundamentais: os clientes e os jovens advogados. Portanto, eles foram bem-sucedidos em criar uma identidade forte para a marca, o que sem dúvida nenhuma é um ingrediente fundamental para quem deseja obter vantagem competitiva.</p>
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		<title>A ascensão dos games corporativos</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 11:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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A indústria de video games começou como um mercado de nicho e transformou-se numa indústria bilionária que em pouco tempo irá superar até mesmo a indústria de filmes e a de música. Engana-se, porém, quem pensa que game só serve para entretenimento. Algumas empresas estão descobrindo que os games são uma ótima ferramenta para treinamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/serious-games3lg.jpg" title="serious-games3lg.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/serious-games3lg.jpg" alt="serious-games3lg.jpg" /></a></p>
<p>A indústria de video games começou como um mercado de nicho e transformou-se numa indústria bilionária que em pouco tempo irá superar até mesmo a indústria de filmes e a de música. Engana-se, porém, quem pensa que game só serve para entretenimento. Algumas empresas estão descobrindo que os games são uma ótima ferramenta para treinamento de funcionários em função da alta interatividade que eles proporcionam. Empresas das áreas de saúde, educação e hotelaria já estão utilizando jogos customizados para treinar seus funcionários. A rede <strong>Hilton </strong>de hotéis utiliza um jogo o <strong>Ultimate Team Play</strong> que coloca seus funcionários em situações que exigem decisão rápida com foco na máxima satisfação dos clientes.</p>
<p>Os treinamentos corporativos utilizarão cada vez mais esse tipo de ferramenta para  desenvolvimento da aprendizagem dada a capacidade desses jogos em simular situações muito próximas das enfrentadas no mundo real. Games e plataformas de treinamento via web são uma boa opção, principalmente, para as empresas que precisam treinar funcionários nos quatro cantos do planeta.</p>
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		<title>Fazer acontecer</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Aug 2007 13:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Não importa se a sua empresa tem 20 funcionários ou 20.000, o problema enfrentado é o mesmo para ambas as situações, ou seja, como atingir os objetivos estabelecidos no plano estratégico? A maioria esmagadora das empresas falha na implementação do que precisa ser feito. Se a sua empresa tem idéias excelentes e uma estratégia genial, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/gol.jpg" title="Gol"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/gol.jpg" alt="Gol" /></a></p>
<p>Não importa se a sua empresa tem 20 funcionários ou 20.000, o problema enfrentado é o mesmo para ambas as situações, ou seja, como atingir os objetivos estabelecidos no plano estratégico? A maioria esmagadora das empresas falha na implementação do que precisa ser feito. Se a sua empresa tem idéias excelentes e uma estratégia genial, cuidado! Isso não quer dizer que você terá sucesso. Tão importante quanto uma boa estratégia, é estipular um plano de ação inteligente, e acima de tudo, desenvolver habilidades de liderança no sentido de motivar os colaboradores em torno dos objetivos propostos. Sem isso, qualquer plano estratégico vira peça de erudição, sem nenhuma utilidade prática.</p>
<p>Vencer a zona de conforto, colocar as pessoas certas nos lugares certos, recompensar as pessoas que lutam e se identificam com a visão da empresa, além de disciplina para dar manutenção em tudo isso são alguns fatores que podem determinar a qualidade da implementação. Parece fácil e óbvio, mas não é. É uma tarefa tão desafiadora quanto escalar o K2, pois se fosse moleza existiriam Jack Welchs em qualquer esquina. Se analisarmos que apenas 25% das empresas brasileiras vinculam incentivos a suas estratégias, chegamos a conclusão que existe um longo caminho a percorrer.</p>
<p>As empresas precisam parar e refletir mais sobre os fatores financeiros e não financeiros que motivam as pessoas. Será que o funcionário da sua empresa está motivado? Será que ele realmente está comprometido com os objetivos da empresa? Será que ele é bom de currículo ou bom de atitude? Além disso, não custa nada você ler bons livros sobre liderança e assistir filmes sobre grandes líderes.</p>
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		<title>O poder do marketing de incentivo</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Apr 2007 12:27:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A pergunta dos empresários é sempre a mesma: como alavancar as vendas? É claro que não existe mágica, mas algumas ferramentas, dentre as quais, o marketing de incentivo que representa um mercado de US$ 30 bilhões, dão um bom empurrãozinho. Só para ilustrar, a John Deere americana, uma gigante global do setor de implementos agrícolas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A pergunta dos empresários é sempre a mesma: como alavancar as vendas? É claro que não existe mágica, mas algumas ferramentas, dentre as quais, o marketing de incentivo que representa um mercado de US$ 30 bilhões, dão um bom empurrãozinho. Só para ilustrar, a <strong>John Deere</strong> americana, uma gigante global do setor de implementos agrícolas lançou um programa de incentivo para seus revendedores no mercado americano. E olha só os números gerados pela campanha: a empresa obteve um ROI (retorno sobre o investimento) incrível, ou seja, cada dólar investido na ação reverteu em US$ 67 de venda incremental. Os objetivos de venda foram superados em mais de 100%! Portanto, é bom não confiar apenas na automotivação das pessoas. É preciso algo a mais.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/cenoura.jpg" title="Cenoura - Incentivo"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/cenoura.jpg" alt="Cenoura - Incentivo" /></a></p>
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		<title>A quinta e mais importante disciplina</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 15:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Peter Senge, diretor do Centro de Aprendizagem Organizacional da Sloan School of Management, do MIT, autor do livro A Quinta Disciplina, editado pela Nova Cultural, acredita que a única fonte de vantagem competitiva é a capacidade de uma organização aprender mais rápido e melhor que seus concorrentes. O livro explora temas complexos como a gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Peter Senge, diretor do Centro de Aprendizagem Organizacional da Sloan School of Management, do MIT, autor do livro A Quinta Disciplina, editado pela <a href="http://www.novacultural.com.br">Nova Cultural</a>, acredita que a única fonte de vantagem competitiva é a capacidade de uma organização aprender mais rápido e melhor que seus concorrentes. O livro explora temas complexos como a gestão dos modelos mentais e o seu impacto nos processos de tomada de decisão. Na minha opinião, esse livro deveria ser leitura obrigatória para todo executivo ou empresário. Infelizmente, as decisões de negócios ainda são muito embasadas em intuição ou experiências pessoais, entretanto, Senge demonstra com clareza que o mundo está muito complexo para que decisões importantes sejam tomadas de forma simplista. Por isso, é preciso estar muito atento às relações sutis de causa e efeito de um determinado acontecimento.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/peter_senge_1_1.jpg" title="Peter Senge - A Quinta Disciplina"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/peter_senge_1_1.jpg" alt="Peter Senge - A Quinta Disciplina" /></a><br />
em&gt;A Quinta Disciplina também nos ensina o quanto é importante corrigir as deficiências de aprendizagem em uma organização por meio do estímulo ao aprendizado coletivo e do pensamento sistêmico, ou seja, a capacidade de visualizar a totalidade. Ao invés de olharmos apenas para eventos precisamos aprender a analisar as inter-relações entre eles. Ler <em>A Quinta Disciplina </em>sem dúvida é algo que enriquece, já que os assuntos tratados por Senge nos levam a uma profunda reflexão sobre nossa maneira de pensar e trabalhar.</p>
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		<title>A hora da verdade</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Aug 2006 20:51:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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É bem provável que você já tenha lido ou pelo menos ouvido falar sobre este livro editado pela Sextante, escrito pelo executivo sueco Jan Carlzon, que é um verdadeiro clássico sobre liderança. Carlzon foi protagonista de uma das maiores viradas empresariais da década de 80. Quando assumiu a SAS em 1981, uma importante companhia aérea [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/hora_da_verdade.jpg" title="A Hora da Verdade"><img vspace="10" align="left" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/hora_da_verdade.jpg" hspace="10" alt="A Hora da Verdade" /></a><br />
É bem provável que você já tenha lido ou pelo menos ouvido falar sobre este livro editado pela Sextante, escrito pelo executivo sueco <strong>Jan Carlzon</strong>, que é um verdadeiro clássico sobre liderança. Carlzon foi protagonista de uma das maiores viradas empresariais da década de 80. Quando assumiu a <strong>SAS</strong> em 1981, uma importante companhia aérea na Suécia, a empresa estava amargando um enorme prejuízo financeiro. Ele tinha pela frente um desafio homérico, já que para recuperar a empresa e prepará-la para o futuro era preciso mudar a cultura da companhia marcada principalmente pela burocracia e conservadorismo. É interessante notar que nessa época, a maioria das companhias áreas se preocupava apenas com a modernidade de seus aviões e processos administrativos. Poucas empresas eram orientadas segundo as necessidades reais dos clientes. Jan acreditava nisso, ou seja, que para alcançar o sucesso no novo mercado que surgia era preciso olhar primeiro para o mercado.</p>
<p>Não tenho a menor dúvida que esse foi o maior mérito do Jan Carlzon, afinal, tudo isso aconteceu há mais de 20 anos, e num país escandinavo. Hoje é fácil falar em foco no cliente, aliás, essa expressão já virou clichê. Carlzon percebeu que os serviços e o pessoal da linha de frente eram suas alavancas para satisfazer as necessidades dos clientes e dessa forma construir uma trajetória de sucesso para empresa. Com base nisso, Carlzon investiu pesado em novos serviços e inovou ao transferir poder para os funcionários que tinham contato direto com os clientes. Esse plano simples e objetivo despertou um nível excepcional de motivação dentro da empresa e em apenas um ano, os prejuízos transformaram-se em lucros. Qual a lição que podemos tirar dessa história? Em primeiro lugar devemos ter a coragem de mudar e enfrentar desafios, e não podemos perder de vista que o verdadeiro líder deve, acima de tudo, ter uma visão clara e ser capaz de inspirar seus liderados a compartilhar dessa mesma visão. O resto é conseqüência.</p>
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