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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia &#187; google</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>O poder do grátis</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Toda empresa utiliza o &#8220;grátis&#8221; como estratégia de marketing, entretanto, as empresas 100% digitais estão elevando o grátis a um novo status, ou seja, ele vem ganhando espaço em estratégias de precificação. Mas como isso acontece? Normalmente, os preços da economia real sempre sobem ao longo do tempo. Em contrapartida, os preços no ambiente digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-517" title="zero" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/zero.JPG" alt="zero" width="520" height="384" /></p>
<p>Toda empresa utiliza o &#8220;grátis&#8221; como estratégia de marketing, entretanto, as empresas 100% digitais estão elevando o grátis a um novo status, ou seja, ele vem ganhando espaço em estratégias de precificação. Mas como isso acontece? Normalmente, os preços da economia real sempre sobem ao longo do tempo. Em contrapartida, os preços no ambiente digital tendem cada vez mais a zero. Isso acontece porque os custos de armazenagem, processamento e banda larga caem pela metade a cada 18 meses. Parece mágica, mas é pura realidade. É fundamental entender que no meio digital existe abundância e no mundo real escassez. Essa é grande diferença. O exemplo mais emblemático de uma empresa construída com base no grátis é o <strong>Google. </strong>A gigante do Vale do Silício consegue faturar US$ 20 bilhões e lucrar US$ 4 bilhões. Agora, todo esse mega faturamento é oriundo de um único produto: links patrocinados. Os outros 100 produtos da empresa são totalmente grátis. Você não paga para realizar buscas, usar o <strong>Google Maps, </strong>o <strong>Gmail,</strong> o <strong>Google Docs</strong>, o <strong>Chrome. </strong>O futuro será cada vez mais uma combinação de grátis com pago, o chamado <strong>Freemium. </strong>Mas neste modelo, 95% dos clientes não pagam nada e os 5% restantes são os responsáveis pela receita. É o caso do <strong>Skype</strong>, onde apenas uma pequena parcela de usuários gera receita comprando produtos premium, pois a maioria dos clientes não paga nada para usar o serviço.</p>
<p>Outro ponto que é preciso estar atento é a capacidade de geração de demanda do grátis que é infinitamente mais poderosa que qualquer preço baixo, até mesmo se for um preço de apenas alguns centavos. Portanto, as empresas vão precisar aprender a estruturar estratégias de precificação que embutam o grátis, mas sem esquecer que não existe almoço totalmente grátis! Esse será o grande desafio.</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
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		<title>O search marketing ganha força</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 20:03:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
O marketing de buscas vem ganhando força a medida que os consumidores efetuam cada vez mais buscas na internet antes de decidir pela compra de um produto. Basta ver que em 2008, os investimentos em mídia online atingiram US$ 26 bilhões, sendo que desse total, US$ 20 bilhões foram inteiramente abocanhados por ações de search. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-494" title="future-search1" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/future-search1.gif" alt="future-search1" width="520" height="369" /></p>
<p>O marketing de buscas vem ganhando força a medida que os consumidores efetuam cada vez mais buscas na internet antes de decidir pela compra de um produto. Basta ver que em 2008, os investimentos em mídia online atingiram US$ 26 bilhões, sendo que desse total, US$ 20 bilhões foram inteiramente abocanhados por ações de search. Apenas US$ 6 bilhões foram canalizados para ações puramente de branding. É claro, isto explica porque o <strong>Google</strong> está faturando bilhões com seus links patrocinados.</p>
<p>Os anunciantes estão descobrindo que investir em search marketing, seja por meio de busca orgânica ou busca paga é uma ótima oportunidade para atingir os consumidores na fase inicial do ciclo de compra, quando o consumidor visita sites para conhecer mais sobre os produtos e serviços que deseja adquirir. Além disso, o marketing de buscas permite atingir públicos consumidores muito específicos em que a mídia tradicional dificilmente atingiria com eficácia. Até mesmo anunciantes de bens de consumo de massa estão transferindo investimentos da mídia offline para a online.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-496" title="Kraft" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/Kraft.gif" alt="Kraft" width="520" height="261" /></p>
<p>A <strong>Kraft Foods</strong>, por exemplo, utiliza o Kraftfoods.com para informar o consumidor sobre produtos, novidades e promoções, de modo que quando o consumidor for até o supermercado, ele já saberá o que comprar. A Kraft descobriu a importância de atingir o consumidor no estágio inicial, ou seja, quando ele ainda não formou uma decisão de escolha. Dos 10 milhões de clicks que o site conseguiu na primeira metade deste ano, 33,4% foram oriundos de clicks pagos, o que demonstra que a gigante americana está transferindo alguns &#8220;dólares&#8221; da mídia tradicional para a online.</p>
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		<title>Whitepages.com: o Google das páginas brancas</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 12:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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A Whitepages nasceu em Seattle há apenas 10 anos e já é o maior provedor de telefones e endereços da América do Norte. O data base da empresa reúne informações de 180 milhões de americanos! Nele, você encontra pessoas, empresas, números de telefones fixos e celulares e códigos postais. Basta digitar o nome e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/06/whitepage-copy.jpg" title="whitepage-copy.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/06/whitepage-copy.jpg" alt="whitepage-copy.jpg" /></a></p>
<p>A <a href="http://whitepages.com">Whitepages</a> nasceu em Seattle há apenas 10 anos e já é o maior provedor de telefones e endereços da América do Norte. O data base da empresa reúne informações de 180 milhões de americanos! Nele, você encontra pessoas, empresas, números de telefones fixos e celulares e códigos postais. Basta digitar o nome e o sobrenome da pessoa desejada ou a categoria de negócio que você busca.</p>
<p>A <strong>White pages</strong> é um negócio rentável que já fatura US$ 70 milhões e promete mais, porque mesmo para as buscas microregionais, ninguém tem mais saco pra ficar procurando informações nas pesadas e limitadas listas impressas. Por isso, as empresas de celulose que se cuidem!</p>
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		<title>Um furacão chamado Vale do Silício</title>
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		<pubDate>Wed, 14 May 2008 11:53:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Talvez nenhuma região no mundo reúna tanto empreendedorismo quanto o Silicon Valley. A chamada San Francisco Bay Area, que engloba uma série de cidades em torno da belíssima cidade de San Francisco, é um celeiro espetacular para empresas de tecnologia. Eles tem tudo que qualquer empreendedor deseja: muito capital para start-ups e know-how abundante, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/05/google.jpg" title="google.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/05/google.jpg" alt="google.jpg" /></a></p>
<p>Talvez nenhuma região no mundo reúna tanto empreendedorismo quanto o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Silicon_Valley" title="Silicon Valley no Wikipedia" target="_blank">Silicon Valley</a>. A chamada San Francisco Bay Area, que engloba uma série de cidades em torno da belíssima cidade de San Francisco, é um celeiro espetacular para empresas de tecnologia. Eles tem tudo que qualquer empreendedor deseja: muito capital para <em>start-ups</em> e <em>know-how</em> abundante, uma vez que lá trabalham os melhores cérebros do mundo.</p>
<p>O Vale do Silício ganhou fama com empresas como a <strong>Apple </strong>e a <strong>Oracle</strong>, mas recentemente a onda da web 2.0 lançou uma nova safra de empresas como <strong>Flickr,</strong> <strong>Google,</strong> <strong>PayPal, LinkedIn</strong> e <strong>YouTube,</strong> além de muitas outras marcas bem sucedidas. Todas essas marcas foram fabricadas para a web, por isso, levam muita vantagem sobre marcas nascidas no mundo <em>offline</em>, principalmente, quando falamos em empresas de mídia. Ora, o <strong>Google,</strong> é uma empresa adolescente e já vale US$ 80 bilhões (esse é o valor apenas da sua marca). Elas levam vantagem até no nome. Os seus nomes curtos e diferentes foram pensados para um mundo em que o marketing de busca ganha cada vez mais força. Não tenho a menor dúvida que as marcas da web 2.0 serão cada dia mais um verdadeiro furacão para as empresas do <a href="http://" title="Mainstream midia segundo Wikipedia" target="_blank">mainstream mídia</a> como grandes redes de TV ou  para os jornais diários de grande circulação. Um blog de tecnologia, também com sede no Vale do Silício, o <a href="http://www.techcrunch.com/" title="Blog TechCrunch" target="_blank">TechCrunch</a> tem 3 milhões de visitantes únicos no mês. O <a href="http://" title="Blog Engadget" target="_blank">Engadget</a>, que também possui um tráfego fabuloso, já está no ranking 382 do <a href="http://" title="Website Alexa.com" target="_blank">Alexa</a>. E olha que esses blogs em momento algum discorrem sobre futebol, pagode ou fofocas de famosos. E mesmo aqui no Brasil, já existem blogs especializados que estão desafiando os meios tradicionais. O<a href="http://www.brainstorm9.com.br/" title="Blog Brainstorm" target="_blank"> Brainstorm#9</a> é um desses exemplos, trazendo tendências e novidades do mundo da propaganda e do marketing, o blog já é leitura obrigatória para os profissionais do setor. O <a href="http://www.qvinho.com.br/" title="Blog QVinho.com.br" target="_blank">QVinho</a>, por exemplo, que é um blog focado em vinhos e gastronomia, tem apenas 1 ano e já é um dos mais influentes sobre o assunto do país. O QVinho também é uma marca fabricada especialmente para o meio online. Portanto, os meios tradicionais que se cuidem, as marcas digitais estão literalmente tomando conta do pedaço.</p>
<p>Essa revolução brota principalmente no Vale do Silício e se espalha para o mundo. Isso, com certeza transformará a economia mundial de um forma irreversível. Neste século, as pessoas estarão cada vez mais imersas em mundos virtuais como redes sociais e blogs. Esse post também é um alerta: muitos empresários precisam acordar, já que o sucesso dos negócios dependerá muito mais do capital intelectual do que do capital tangível formado por máquinas e equipamentos.</p>
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		<title>Mobilenet: o próximo grande meio</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/internet/mobilenet-o-proximo-grande-meio/</link>
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		<pubDate>Mon, 12 May 2008 17:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Ao longo dos últimos séculos a mídia de massa evoluiu do livro à internet. E agora, a internet está adentrando em uma nova onda que alguns especialistas definem como a era do mobilenet. E entenda-se, mobile não se resume a telefones celulares, mas também a qualquer dispositivo móvel como iPods, câmeras fotográficas, filmadoras e notebooks.
Essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/05/iphone_1.jpg" alt="Iphone" /></p>
<p>Ao longo dos últimos séculos a mídia de massa evoluiu do livro à internet. E agora, a internet está adentrando em uma nova onda que alguns especialistas definem como a era do <strong>mobilenet.</strong> E entenda-se, mobile não se resume a telefones celulares, mas também a qualquer dispositivo móvel como iPods, câmeras fotográficas, filmadoras e notebooks.</p>
<p>Essa parafernália de equipamentos, principalmente, os telefones celulares, possibilita à mídia digital atingir as pessoas 24 horas por dia e em qualquer lugar do planeta. Os investimentos bilionários em software para integrar a internet aos dispositivos móveis irá criar um novo mundo para o marketing. Nele, as mídias tradicionais como revistas e jornais estão em brutal desvantagem, porque são meios com alto custo de distribuição. Em contrapartida, a internet tem um custo de distribuição próximo a zero.  E o resultado é que esses dispositivos tornam o acesso a internet cada dia mais fácil. A internet definitivamente estará onipresente na vida das pessoas.</p>
<p>Ano passado foram vendidos 1.16 bilhão de aparelhos celulares no mundo contra apenas 260 milhões de PCs. Essa gritante diferença já demonstra que os dispositivos móveis estão dominando o cenário.</p>
<p>A tendência é um crescimento exponencial nos investimentos em <strong>mobile marketing</strong> que hoje ainda representam muito pouco do bolo publicitário mundial.</p>
<p>Pessoalmente, acho que um dos problemas das ações de propaganda voltadas para o mobile é a limitação das telas, o que faz com que a TV ainda seja o melhor meio para a divulgação de campanhas institucionais voltadas para a construção de imagem de uma marca. Afinal, você prefere assistir um vídeo ou uma propaganda em uma tela de TV widescreen ou na telinha do seu<strong> iPod</strong>? Mas o mobile abrirá cada vez mais oportunidades para a criação de campanhas promocionais altamente interativas. Cabe as agências e aos anunciantes entender como utilizar esse meio com eficácia.</p>
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		<title>O Facebook</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Nov 2007 02:31:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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O site de relacionamentos Facebook vale 15 bilhões de dólares e pertence a um garotão que outro dia recusou sem pensar um bilhão de &#8216;verdinhas&#8217; pelo programa. Pelo menos no papel vale isso. A cada dia esse site fica mais popular e é mais utilizado por estudantes americanos. Nós no Brasil preferimos o tal de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/facebook-tela.jpg" title="facebook"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/facebook-tela.jpg" alt="facebook" /></a></p>
<p>O site de relacionamentos <em>Facebook</em> vale 15 bilhões de dólares e pertence a um garotão que outro dia recusou sem pensar um bilhão de &#8216;verdinhas&#8217; pelo programa. Pelo menos no papel vale isso. A cada dia esse site fica mais popular e é mais utilizado por estudantes americanos. Nós no Brasil preferimos o tal de <a href="http://www.orkut.com">orkut</a>. O que é na verdade esse orkut (que pertence ao google)? e a que se presta? Posso estar enganado e por favor me corrijam, mas esse orkut até agora só vi servir para fazer funcionário parar de trabalhar, e ficar verificando se tem mensagem nova a cada dez minutos. Alguns casos de pedofilia e outros de venda de drogas via comunidades especializadas também foram observados. No mais, é so menina mostrando o traseiro e gente tentando ter seu espaço &#8216;net&#8217; quase que de graça, bastando para isso só colocar sua vida pessoal aos olhos do &#8216;grande público&#8217;.</p>
<p>Como é então que esse facebook ficou tão famoso e valioso se o tal de orkut (que é semelhante) não decolou nos &#8216;estates&#8217;. O <a href="http://www.facebook.com">facebook</a> teve um marketing melhor voltado ao meio universitário americano, e o orkut se lançou só via &#8216;contaminação da internet&#8217;= de boca em boca. Como é que algo assim fica valendo 15 bilhões de dólares? Definitivamente é mais sofisticado visualmente que o orkut e não tem sacanagem. Está aí o segredo: agradou o americano. Como o pessoal do facebook ganha dinheiro então? Com anúncios nas páginas que são visitadas várias vezes ao dia pelos seu aficcionados. E a nova onda agora é que o facebook vai começar a vender as informações lá colocadas pelos seus usuários para as empresas. Imagine as possibilidades de atingir uma pessoas com um anúncio se a empresa sabe exatamente o que esse pessoa prefere, se é pizza ou cachorro-quente. Além do mais as pessoas conectadas a essa pessoa também podem ser atingidas pelo anúncio, ou servir de base para anúncios em massa para comunidades de pessoas com gostos semelhantes.</p>
<p>No Google o anúncio é postado ao lado do resultado da sua pesquisa por palavra, no facebook a postado a nível individual. Imaginem as possibilidades para aquela empresas que sabem usar esse tipo de meios para atingir seu cliente. 15 bilhões=infinito número de clientes, combinações de gostos, e características pessoais querendo visualizar seus produtos serviços</p>
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		<title>Microsoft: a nova gigante da mídia</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Oct 2007 13:47:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Não é novidade pra ninguém que as fronteiras entre as categorias de negócios foram por água abaixo faz tempo. A Microsoft é uma produtora de software ou uma empresa de mídia? A gigante de Seattle, percebeu que as receitas advindas de softwares e aplicativos já não crescem como antigamente, então, ela resolveu se reinventar. Além [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/tela_windows.jpg" title="Tela Windows"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/tela_windows.jpg" alt="Tela Windows" /></a></p>
<p>Não é novidade pra ninguém que as fronteiras entre as categorias de negócios foram por água abaixo faz tempo. A <strong>Microsoft</strong> é uma produtora de software ou uma empresa de mídia? A gigante de Seattle, percebeu que as receitas advindas de softwares e aplicativos já não crescem como antigamente, então, ela resolveu se reinventar. Além de games, ela descobriu um grande possibilidade no campo da mídia digital, talvez a última grande fronteira a ser explorada. A Microsoft aproveitou o seu poderoso caixa e foi as compras: a empresa vem adquirindo importantes empresas na área de mídia digital e mobile marketing. É um mercado que cresce rápido e com concorrentes poderosos, pois nesta arena a Microsoft bate de frente com empresas como Google, Nokia, e com nada mais nada menos que a News Corp, o maior tentáculo global na área de mídia. Somente nos Estados Unidos, os investimentos em publicidade digital já estão na casa dos US$ 20 bilhões, ou seja, mais do que o mercado publicitário inteiro aqui no Brasil. O Bill Gates já consolidou o seu reinado na informática. Será que agora ele vai reinar na publicidade?</p>
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		<title>Palavras mágicas!</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 21:09:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
No mundo do marketing digital a escolha correta de uma palavra pode ser uma verdadeira redenção para uma marca, pois é isso que vai catalizar o acesso das pessoas até ela. As ferramentas de busca castigam quem não se posiciona com inteligência no mundo virtual. Não basta estar na internet, é preciso estar bem ranqueado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/palavras_tabua.jpg" alt="Tábua Palavras" /></p>
<p>No mundo do marketing digital a escolha correta de uma palavra pode ser uma verdadeira redenção para uma marca, pois é isso que vai catalizar o acesso das pessoas até ela. As ferramentas de busca castigam quem não se posiciona com inteligência no mundo virtual. Não basta estar na internet, é preciso estar bem ranqueado nas primeiras páginas exibidas de uma busca. É aí que entram em ação as palavras-chave que facilitam o trabalho dos robôs do Google, Yahoo e tantos outros. Mas isso não se aplica somente para marcas.</p>
<p>Basta olhar para os políticos americanos, em especial, os Republicanos, que estão bastante ocupados comprando termos utilizados por seus competidores como tática para roubar tráfego e logicamente votos de seus oponentes. Olha a malandragem dos caras! Mas também existem outras maneiras interessantes de atrair eleitores, porém sem apelação. Termos como &#8220;Conflito Global&#8221;, &#8220;Guerra do Iraque&#8221;, &#8220;Saúde&#8221;, &#8220;Energia&#8221; são digitadas com muita freqüência pelos eleitores norte-americanos. Elas representam ótimas oportunidades para os partidos ou políticos desenvolverem uma comunicação com base nesses temas. Portanto, nunca esqueça de uma coisa, escolha as palavras com inteligência. Somente assim sua marca, ideologia ou qualquer outra coisa que você queira divulgar na internet terão chances de sucesso. Como disse o famoso publicitário inglês Maurice Saatchi &#8220;A palavra define qual marca viverá e qual morrerá&#8221;.</p>
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		<title>Nomes feitos para vencer</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2007 21:46:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Branding]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[ Quando analisamos uma marca de sucesso pensamos em todas as coisas que em maior ou menor grau tenham colaborado para isso. Investimentos consistentes em propaganda, promoção e distribuição, sem dúvida, promovem o crescimento de qualquer marca. Mas quantos empresários e executivos realmente se preocupam com o nome da sua marca. E quando o assunto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/medalha.jpg" title="Medalha"><img vspace="10" align="left" src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/03/medalha.jpg" hspace="10" alt="Medalha" /></a> Quando analisamos uma marca de sucesso pensamos em todas as coisas que em maior ou menor grau tenham colaborado para isso. Investimentos consistentes em propaganda, promoção e distribuição, sem dúvida, promovem o crescimento de qualquer marca. Mas quantos empresários e executivos realmente se preocupam com o nome da sua marca. E quando o assunto é <em>naming</em>, existem alguns elementos que são indispensáveis para que um nome contribua na alavancagem de uma marca. Assim, um nome talhado para vencer precisa ser claro, simples, e acima de tudo, diferenciado.</p>
<p>No mercado americano, onde existem consultorias de branding aos cântaros, os processos de <em>naming</em> são desenvolvidos com um rigor militar, e isso, também contribuiu para o surgimento de nomes que viraram ícones em suas categorias de negócio. Só pra ilustrar alguns nomes poderosos: Google, Verizon, iPod, Virgin, Lexus, Absolut, TriBeCa, Rolex e Fnac são exemplos de nomes que jogam forte a favor de suas marcas. Todos carregam em seu DNA, os requisitos para o sucesso, ou seja, são de fácil memorização, evocam associações pertinentes ao seu posicionamento, e principalmente, são diferenciados em relação aos concorrentes, o que faz com que essas marcas sejam mais relevantes para os consumidores. Num mundo onde a briga por <em>share of mind</em> é uma questão de sobrevivência, um nome bem escolhido, é o início de uma lição de casa bem feita.</p>
<p>Empresários que definem o nome de seu empreendimento num churrasco de fim de semana, já começam mal. Portanto, na hora de escolher um nome é preciso investir tempo na análise e teste das diferentes hipóteses, além de uma boa dose de planejamento e criatividade.</p>
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		<title>YouTube x TV</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Feb 2007 15:31:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sucesso indiscutível de público ele já é o quinto site mais acessado no mundo, o YouTube não pára de ganhar novos adeptos. Pivô do recente escândalo envolvendo o vídeo da Daniella Cicarelli, o site ganhou ainda mais projeção na mídia brasileira. Aqui o YouTube ocupa a sétima colocação em número de acessos, e antes dele, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sucesso indiscutível de público ele já é o quinto site mais acessado no mundo, o <a href="http://www.youtube.com">YouTube</a> não pára de ganhar novos adeptos. Pivô do recente escândalo envolvendo o vídeo da Daniella Cicarelli, o site ganhou ainda mais projeção na mídia brasileira. Aqui o YouTube ocupa a sétima colocação em número de acessos, e antes dele, aparecem o <strong>Orkut</strong>, <strong>MSN</strong>, <strong>Google</strong>, <strong>UOL</strong>, <strong>Yahoo!</strong> e <strong>Terra.</strong> Porém, lá fora a discussão é se o crescimento na audiência do site não indicaria o início do declínio do império das redes de TV, já que muitos telespectadores estariam migrando para o <em>online</em>.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/tela-youtube.jpg" title="Tela Youtube"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/tela-youtube.jpg" alt="Tela Youtube" /></a></p>
<p>Um novo estudo da Harris Interactive publicado nos Estados Unidos mostrou que 1/3 dos usuários freqüentes do YouTube passaram menos tempo em frente à TV. Muito embora esse &#8220;roubo&#8221; de audência esteja acontecendo, os numeros não chegam a assustar. Hoje mais 147 milhões de americanos estão on-line, destes 42% assistiram algum vídeo no YouTube, sendo que 14% admitiram ser usuários freqüentes do site (pouco mais de 8 milhões). Por essa ótica chegamos a 2,7 milhões de americanos que dedicaram menos tempo para assistir TV, ou seja, longe de arranhar a hegemonia das redes. Pelo contrário, as TVs tem utilizado seus websites para divulgar vídeos principalmente junto ao target de jovens entre 18 a 24 anos do sexo masculino, que representam os <em>heavy users </em>do YouTube (41% assistem vídeos frequentemente).</p>
<p>A pergunta que fica é como o YouTube irá explorar de uma forma eficaz a venda de publicidade no site e, principalmente, rentabilizar o negócio? Algumas sondagens realizadas junto a usuários freqüentes indicou que 3/4 deixariam de visitar o site, caso fossem incluídos anúncios ou coisas do gênero. Só no futuro saberemos se uma mudança nesse modelo de negócio será bem aceita pelo público que ajudou a transformar o YouTube no sucesso que é hoje.</p>
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