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	<title>Manalais - Publicidade e Propaganda &#187; inovação</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO e branding.</description>
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		<title>ICON A5: uma revolução na aviação</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Jan 2009 21:23:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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A ICON é uma empresa sediada na Califórnia que tem tudo para virar a Apple da aviação. A ICON tem apenas 4 anos de idade e conta com um produto incrível: o ICON A5. Um avião barato, com design arrojado e extremamente versátil. Ele é leve, seguro e possui asas dobráveis, além de um cockpit que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a title="roadc.jpg" href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/roadc.jpg"></a><a title="cockpit2c.jpg" href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/cockpit2c.jpg"></a><a title="icon.jpg" href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/icon.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/icon.jpg" alt="icon.jpg" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.iconaircraft.com/">ICON</a> é uma empresa sediada na Califórnia que tem tudo para virar a <strong>Apple </strong>da aviação. A ICON tem apenas 4 anos de idade e conta com um produto incrível: o <strong>ICON A5. </strong>Um avião barato, com design arrojado e extremamente versátil. Ele é leve, seguro e possui asas dobráveis, além de um cockpit que lembra o painel de um carro esportivo. O ICON custa apenas US$ 139.000,00. Agora, no meu modo de ver, a grande jogada do produto, além é claro, do design, é a sua versatilidade. Imagine rebocar o seu avião quando você for para a praia como quem leva uma moto ou um barco.</p>
<p><a title="roadc.jpg" href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/roadc.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/roadc.jpg" alt="roadc.jpg" /></a></p>
<p>O bacana é que o ICON permite pouso em terra e na água, o que expande os horizontes de utilização desse brinquedo. E o melhor de tudo: você não gasta com hangar. É só dobrar a asa e puxá-lo pra dentro da garagem. Quer mais?</p>
<p>A ICON Aircraft está criando uma nova categoria dentro do mercado de aviação ao lancar um avião com essas características. O ICON é a materialização do sonho de liberdade com estilo e por um custo viável, já que você não precisa ser milionário para conseguir comprar um.</p>
<p><a title="cockpit2c.jpg" href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/cockpit2c.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/01/cockpit2c.jpg" alt="cockpit2c.jpg" /></a></p>
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		<title>A sua agência de comunicação é on ou off?</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/a-sua-agencia-e-on-ou-off/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 18:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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Atualmente, a maioria das agências se diz capaz de fazer boas campanhas e ações de comunicação digitais. Mas até que ponto isso é verdade? Existe muita conversa fiada em torno disso, mas o fato é que as grandes agências tradicionais, na minha opinião são as menos preparadas para o ambiente digital, até porque elas já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/un-plugued.jpg" title="un-plugued.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/08/un-plugued.jpg" alt="un-plugued.jpg" /></a></p>
<p>Atualmente, a maioria das agências se diz capaz de fazer boas campanhas e ações de comunicação digitais. Mas até que ponto isso é verdade? Existe muita conversa fiada em torno disso, mas o fato é que as grandes agências tradicionais, na minha opinião são as menos preparadas para o ambiente digital, até porque elas já estão viciadas no ganho fácil, proporcionado pela veiculação de campanhas em TV, rádio, revistas e jornais. Em contrapartida, desenvolver uma ação digital de engajamento de consumidores dá mais trabalho e o lucro é menor. Tem grande agência que se vende como autoridade em marketing digital e não consegue nem fazer o próprio blog corporativo. No fundo são empresas em que o discurso não condiz com a entrega.</p>
<p>Criar capacitações para o desenvolvimento de ações de marketing digital será cada dia mais uma questão de sobrevivência para as agências. O ambiente digital é muito mais complexo do que a mídia tradicional, afinal, as ferramentas são muitas e estão em constante mutação. Como combinar todas essas ferramentas e extrair o melhor de cada uma delas? Realmente não é uma tarefa fácil, muito menos para agências com visão e modelos de negócio antiquados atrelados a veiculação de anúncios. É por isso, que tem muita agência de grande porte perdendo participação em grandes anunciantes para <a href="http://www.manalais.com.br/blog/marketing/think-small-na-hora-de-contratar-uma-agencia/">boutiques </a>de criação, planejamento e inovação.</p>
<p>Acredito que os clientes precisam cada vez mais de agências que atuem com desenvoltura nos ambientes offline e online, que tenham uma visão holística do marketing e de estratégia de negócios, e que saibam principalmente, como utilizar as mídias digitais para criar engajamentos de alta qualidade entre marcas e consumidores. Porque nunca na história, as empresas tiveram tamanha oportunidade de se conectar e criar um diálogo com seus consumidores.</p>
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		<title>A ascensão dos games corporativos</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/curiosidades/a-ascensao-dos-games-corporativos/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Jul 2008 11:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
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A indústria de video games começou como um mercado de nicho e transformou-se numa indústria bilionária que em pouco tempo irá superar até mesmo a indústria de filmes e a de música. Engana-se, porém, quem pensa que game só serve para entretenimento. Algumas empresas estão descobrindo que os games são uma ótima ferramenta para treinamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/serious-games3lg.jpg" title="serious-games3lg.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/serious-games3lg.jpg" alt="serious-games3lg.jpg" /></a></p>
<p>A indústria de video games começou como um mercado de nicho e transformou-se numa indústria bilionária que em pouco tempo irá superar até mesmo a indústria de filmes e a de música. Engana-se, porém, quem pensa que game só serve para entretenimento. Algumas empresas estão descobrindo que os games são uma ótima ferramenta para treinamento de funcionários em função da alta interatividade que eles proporcionam. Empresas das áreas de saúde, educação e hotelaria já estão utilizando jogos customizados para treinar seus funcionários. A rede <strong>Hilton </strong>de hotéis utiliza um jogo o <strong>Ultimate Team Play</strong> que coloca seus funcionários em situações que exigem decisão rápida com foco na máxima satisfação dos clientes.</p>
<p>Os treinamentos corporativos utilizarão cada vez mais esse tipo de ferramenta para  desenvolvimento da aprendizagem dada a capacidade desses jogos em simular situações muito próximas das enfrentadas no mundo real. Games e plataformas de treinamento via web são uma boa opção, principalmente, para as empresas que precisam treinar funcionários nos quatro cantos do planeta.</p>
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		<title>Pensamento lateral: o caminho das pedras!</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/pensamento-lateral-o-caminho-das-pedras/</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 11:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Cada dia mais me convenço da importância da criatividade aplicada aos negócios. Muita gente ainda associa a criatividade aos publicitários sempre sedentos por prêmios, mas a criatividade é a base do marketing lateral, do pensamento não-linear que pode ser aplicado nas mais variadas situações: lançamentos de novos produtos, busca de novos modelos de negócio, novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/brain.jpg" title="brain.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/brain.jpg" alt="brain.jpg" /></a></p>
<p>Cada dia mais me convenço da importância da criatividade aplicada aos negócios. Muita gente ainda associa a criatividade aos publicitários sempre sedentos por prêmios, mas a criatividade é a base do marketing lateral, do pensamento não-linear que pode ser aplicado nas mais variadas situações: lançamentos de novos produtos, busca de novos modelos de negócio, novas segmentações de mercado, novas abordagens de venda e por aí afora. No Brasil, embora existam algumas excessões, as empresas ainda restringem a criatividade a determindados silos. O pensamento ortodoxo ainda prevalece sobre o pensamento heterodoxo. O processo de planejamento estratégico da maioria das empresas é infantil: a análise sempre fica restrita aos concorrentes previsíveis e diretos, com base nas mesmas informações secundárias disponíveis para todo o setor, nos mesmos benchmarkings setoriais, e a partir daí, formulam-se objetivos, estratégias e táticas. Só existe um probleminha: os concorrentes planejam exatamente da mesma forma e as estratégias ficam todas iguais. A abordagem não-ortodoxa é diametralmente oposta a esse <em>modus operandi,</em> pois é baseada no questionamento, na discussão de novas hipóteses, na busca de insights a partir de lugares imprevisíveis. Ora, a informação para a tomada de decisão já virou <em>commodity</em> faz tempo, porque o que realmente define a qualidade da estratégia é como você utiliza as informações e a rapidez com que você a implementa.</p>
<p>A história prova que a arrogância, a estruturação de modelos de gestão muito rígidos e a falta de abertura às novas idéias levam muitas empresas para o desfiladeiro. O caso da <a href="http://www.manalais.com.br/blog/marketing/o-sobe-e-desce-das-marcas/">Kodak</a> é emblemático, pois ela teimou no modelo do filme fotográfico e fechou os olhos para a ascenção inexorável da tecnologogia digital e agora está sofrendo muito para reverter a situação, fruto de anos de miopia. A <strong>General Motors</strong> é outro exemplo de uma empresa que há muito tempo não larga osso dos carros grandes porque não quer perder as gordas margens de lucro que esse segmento proporciona, e que agora está sendo obrigada na marra a fechar várias plantas nos Estados Unidos. O resultado para empresas com essa mentalidade é a perda gradativa de participação de mercado e a erosão do seu valor de marca. Se você tem uma empresa, por favor, não haja como se você estivesse no século XIX ou no século XX. Estimule a criatividade entre seus funcionários, compreenda o seu cliente, trabalhe com consultores externos na busca de novas idéias, em resumo, pense com os dois hemisférios do seu cérebro!</p>
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		<title>Lições de criatividade da Pixar</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/cinema/licoes-de-criatividade-da-pixar/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 11:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Esses dias li uma entrevista muito interessante com o premiado diretor Brad Bird, o chefe do time de criação do famoso estúdio de animação Pixar. Brad concedeu uma entrevista exclusiva para a consultoria Mckinsey e falou sobre a importância da inovação nos projetos da Pixar. E olha que ele tem autoridade para falar sobre esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/04/os-incriveis.jpg" alt="Os Incríveis" /></p>
<p>Esses dias li uma entrevista muito interessante com o premiado diretor <strong>Brad Bird</strong>, o chefe do time de criação do famoso estúdio de animação Pixar. Brad concedeu uma entrevista exclusiva para a consultoria <strong>Mckinsey </strong>e falou sobre a importância da inovação nos projetos da <a href="http://www.pixar.com/">Pixar</a>. E olha que ele tem autoridade para falar sobre esse assunto, uma vez que foi responsável por hipersucessos de bilheteria como <strong>Os Incríveis</strong> e <strong>Ratatouille.</strong></p>
<p>Brad acredita que num estúdio de animação com múltiplos departamentos, o grande desafio é estimular a criatividade e o envolvimento dos animadores. É como uma orquestra, onde o desempenho global depende de extrair o melhor de cada músico e isso só acontece quando eles tem a liberdade necessária para expressar a sua criatividade ao máximo. Brad faz questão de contratar profissionais frustrados, porque eles conseguem ver diferentes maneiras de realizar uma determinada coisa. Eles estão mais propensos a apostar em idéias não-convencionais. E esse é um dos segredos da Pixar. O ambiente de trabalho também precisa ser estimulante e toda equipe deve ser constantemente estimulada a sair da zona de conforto. Como os projetos de animação são extremamente complexos e envolvem muito tempo, outro desafio é manter elevado o entusiasmo das equipes. Você consegue imaginar a complexidade e o tempo envolvido em um projeto como Os Incríveis que contempla uma constelação de cenários diferentes?</p>
<p>Na indústria do cinema e da publicidade, a criatividade é peça fundamental. E ela é uma deusa caprichosa e exigente. Do <em>brainstorming </em>inicial até a execução é preciso muito trabalho, tempo e disciplina. Quem acha que trabalhar com criatividade é moleza, não conhece nada do dia-a-dia de um estúdio de cinema, de uma agência de publicidade, de um escritor. Será que escrever <strong>Crime e Castigo</strong> e <strong>Os Irmãos Karamazov</strong> foi fácil para o notável escritor russo Dostoiévski? Não tenho a menor dúvida, que escrever obras como estas, de tamanha grandiosidade literária, foi para ele um processo criativo longo e angustiante. Em resumo, a verdade é que existe muito trabalho por trás de um filme, de um desenho animado, de uma grande campanha publicitária e de uma grande obra literária.</p>
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		<title>A importância da cadeia de valor</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/a-importancia-da-cadeia-de-valor/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Mar 2008 21:44:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
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		<description><![CDATA[Quando analisamos o cenário atual do mundo dos negócios percebemos que já foi o tempo que uma empresa conseguia vencer sozinha, ou seja, dependendo apenas de seu staff. As empresas que possuem um market share expressivo, que lideram em inovação e que são altamente lucrativas aprenderam uma importante lição: para vencer não basta ter um excelente e motivado quadro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando analisamos o cenário atual do mundo dos negócios percebemos que já foi o tempo que uma empresa conseguia vencer sozinha, ou seja, dependendo apenas de seu staff. As empresas que possuem um <em>market share</em> expressivo, que lideram em inovação e que são altamente lucrativas aprenderam uma importante lição: para vencer não basta ter um excelente e motivado quadro de colaboradores, também é preciso subir mais um degrau e envolver com inteligência seus clientes, fornecedores e consultores especializados. Isso é rede de valor. Quando a sua empresa entende o seu negócio dessa forma, o resultado final é que ela entrega um valor muito superior para seus clientes. Empresas como a <strong>Boeing</strong> e o estúdio de cinema <strong>Dreamworks SKG</strong>, já trabalham com uma constelação de empresas menores. Elas descobriram que existem inúmeras vantagens em decompor o trabalho à cargo de inúmeros fornecedores. A principal delas é a rapidez para gerar inovações em produtos, mas a coisa não pára por aí, uma vez que a distribuição do trabalho ao longo de uma cadeia de fornecedores possibilita substanciais reduções de custo.</p>
<p>Um exemplo de sucesso no lançamento de um novo produto com mútua colaboração entre equipes internas e parceiros externos aconteceu com a <strong>Chrysler. </strong>Ela obteve um importante insight de um consultor externo, especializado em pesquisa, que foi determinante para o lançamento do modelo <strong>PT Cruiser</strong>. Nesse caso, as equipes internas da Chrysler estavam tão mergulhadas no problema que tinham dificuldades em visualizar a solução mais adequada. Isso, ilustra sem dúvida, uma situação onde a cadeia de valor falou mais alto. Agora, essa colaboração inter-empresarial ganhou impulso com a tecnologia, pois a internet torna possível que diferentes equipes, em múltiplas empresas, muitas vezes até de países diferentes se comuniquem em tempo real para a construção de projetos conjuntos. Mas, nem tudo a tecnologia resolve, pois também é preciso muita habilidade de gestão e alinhamento de objetivos para que as coisas funcionem bem. Assim, se você deseja que a sua empresa cresça e seja competitiva nessa nova economia fique de olho na sua cadeia de valor. Você irá descobrir que clientes e parceiros podem fornecer insights preciosos tanto nos processos de inovação quanto nas melhorias operacionais do que já existe.</p>
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