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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia &#187; liderança</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>Pensamento lateral: o caminho das pedras!</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jul 2008 11:36:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Cada dia mais me convenço da importância da criatividade aplicada aos negócios. Muita gente ainda associa a criatividade aos publicitários sempre sedentos por prêmios, mas a criatividade é a base do marketing lateral, do pensamento não-linear que pode ser aplicado nas mais variadas situações: lançamentos de novos produtos, busca de novos modelos de negócio, novas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/brain.jpg" title="brain.jpg"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/07/brain.jpg" alt="brain.jpg" /></a></p>
<p>Cada dia mais me convenço da importância da criatividade aplicada aos negócios. Muita gente ainda associa a criatividade aos publicitários sempre sedentos por prêmios, mas a criatividade é a base do marketing lateral, do pensamento não-linear que pode ser aplicado nas mais variadas situações: lançamentos de novos produtos, busca de novos modelos de negócio, novas segmentações de mercado, novas abordagens de venda e por aí afora. No Brasil, embora existam algumas excessões, as empresas ainda restringem a criatividade a determindados silos. O pensamento ortodoxo ainda prevalece sobre o pensamento heterodoxo. O processo de planejamento estratégico da maioria das empresas é infantil: a análise sempre fica restrita aos concorrentes previsíveis e diretos, com base nas mesmas informações secundárias disponíveis para todo o setor, nos mesmos benchmarkings setoriais, e a partir daí, formulam-se objetivos, estratégias e táticas. Só existe um probleminha: os concorrentes planejam exatamente da mesma forma e as estratégias ficam todas iguais. A abordagem não-ortodoxa é diametralmente oposta a esse <em>modus operandi,</em> pois é baseada no questionamento, na discussão de novas hipóteses, na busca de insights a partir de lugares imprevisíveis. Ora, a informação para a tomada de decisão já virou <em>commodity</em> faz tempo, porque o que realmente define a qualidade da estratégia é como você utiliza as informações e a rapidez com que você a implementa.</p>
<p>A história prova que a arrogância, a estruturação de modelos de gestão muito rígidos e a falta de abertura às novas idéias levam muitas empresas para o desfiladeiro. O caso da <a href="http://www.manalais.com.br/blog/marketing/o-sobe-e-desce-das-marcas/">Kodak</a> é emblemático, pois ela teimou no modelo do filme fotográfico e fechou os olhos para a ascenção inexorável da tecnologogia digital e agora está sofrendo muito para reverter a situação, fruto de anos de miopia. A <strong>General Motors</strong> é outro exemplo de uma empresa que há muito tempo não larga osso dos carros grandes porque não quer perder as gordas margens de lucro que esse segmento proporciona, e que agora está sendo obrigada na marra a fechar várias plantas nos Estados Unidos. O resultado para empresas com essa mentalidade é a perda gradativa de participação de mercado e a erosão do seu valor de marca. Se você tem uma empresa, por favor, não haja como se você estivesse no século XIX ou no século XX. Estimule a criatividade entre seus funcionários, compreenda o seu cliente, trabalhe com consultores externos na busca de novas idéias, em resumo, pense com os dois hemisférios do seu cérebro!</p>
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		<title>Lições de criatividade da Pixar</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Apr 2008 11:57:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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Esses dias li uma entrevista muito interessante com o premiado diretor Brad Bird, o chefe do time de criação do famoso estúdio de animação Pixar. Brad concedeu uma entrevista exclusiva para a consultoria Mckinsey e falou sobre a importância da inovação nos projetos da Pixar. E olha que ele tem autoridade para falar sobre esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/04/os-incriveis.jpg" alt="Os Incríveis" /></p>
<p>Esses dias li uma entrevista muito interessante com o premiado diretor <strong>Brad Bird</strong>, o chefe do time de criação do famoso estúdio de animação Pixar. Brad concedeu uma entrevista exclusiva para a consultoria <strong>Mckinsey </strong>e falou sobre a importância da inovação nos projetos da <a href="http://www.pixar.com/">Pixar</a>. E olha que ele tem autoridade para falar sobre esse assunto, uma vez que foi responsável por hipersucessos de bilheteria como <strong>Os Incríveis</strong> e <strong>Ratatouille.</strong></p>
<p>Brad acredita que num estúdio de animação com múltiplos departamentos, o grande desafio é estimular a criatividade e o envolvimento dos animadores. É como uma orquestra, onde o desempenho global depende de extrair o melhor de cada músico e isso só acontece quando eles tem a liberdade necessária para expressar a sua criatividade ao máximo. Brad faz questão de contratar profissionais frustrados, porque eles conseguem ver diferentes maneiras de realizar uma determinada coisa. Eles estão mais propensos a apostar em idéias não-convencionais. E esse é um dos segredos da Pixar. O ambiente de trabalho também precisa ser estimulante e toda equipe deve ser constantemente estimulada a sair da zona de conforto. Como os projetos de animação são extremamente complexos e envolvem muito tempo, outro desafio é manter elevado o entusiasmo das equipes. Você consegue imaginar a complexidade e o tempo envolvido em um projeto como Os Incríveis que contempla uma constelação de cenários diferentes?</p>
<p>Na indústria do cinema e da publicidade, a criatividade é peça fundamental. E ela é uma deusa caprichosa e exigente. Do <em>brainstorming </em>inicial até a execução é preciso muito trabalho, tempo e disciplina. Quem acha que trabalhar com criatividade é moleza, não conhece nada do dia-a-dia de um estúdio de cinema, de uma agência de publicidade, de um escritor. Será que escrever <strong>Crime e Castigo</strong> e <strong>Os Irmãos Karamazov</strong> foi fácil para o notável escritor russo Dostoiévski? Não tenho a menor dúvida, que escrever obras como estas, de tamanha grandiosidade literária, foi para ele um processo criativo longo e angustiante. Em resumo, a verdade é que existe muito trabalho por trás de um filme, de um desenho animado, de uma grande campanha publicitária e de uma grande obra literária.</p>
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		<title>O fim de uma era</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Sep 2007 19:37:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao longo do século 20, a maioria das grandes corporações objetivou a liderança de mercado (market share). Qualquer pessoa que acompanha a mídia de negócios com certeza já cansou de ler expressões do tipo &#8220;Precisamos ser a No.1 na nossa categoria&#8221;. Mas, acredito que o foco demasiado nesse tipo de objetivo está com os dias contados. Também tenho notado que algumas empresas já não estão tão preocupadas em manter a liderança de mercado. Recente estudo, conduzido pela <strong>Universidade de Wharton,</strong> detectou que as empresas que focaram na liderança em rentabilidade, e não em <em>market share</em>, estão muito mais fortes que as empresas orientadas por volume.</p>
<p>Na verdade, o marketing de valor tende a substituir o marketing de volume. Exemplo: a montadora alemã Porsche tornou-se a mais rentável do mundo. Enquanto, a BMW consegue em média uma margem de US$ 3.000 por unidade a Porsche consegue US$ 30.000. Por quê? A Porsche resolveu apostar em marketing de valor, ou seja, cortou custos e definiu metas claras orientadas para a maximização de sua rentabilidade. Com certeza os seus executivos não estão bitolados apenas na quantidade de veículos vendidos. A DHL, gigante da área de logística e entrega expressa está muito satisfeita em ser a No.3 no mercado americano. A General Electric, a Dupont e a Alcoa também são empresas orientadas à rentabilidade.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/graf-web-browser.jpg" title="Web Browser"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/graf-web-browser.jpg" alt="Web Browser" /></a></p>
<p>Buscar a liderança de um mercado é uma faca de dois gumes, uma vez no meio desse caminho, muitas vezes as empresas entram em guerras de preços que destroem a rentabilidade. Porém, na prática, o marketing orientado a manutenção ou maximização da lucratividade exige a construção de uma marca forte, seja em mercados de bens de consumo ou B2B, para que o cliente perceba a mesma de modo diferenciado, e consequentemente, esteja disposto a pagar um preço superior. Aqui vale a citação do ilustre professor de marketing da Harvard, Teodore Levitt: &#8220;Não existem <em>commodities</em>, tudo é passível de diferenciação&#8221;. Cabe aos profissionais de marketing batalhar para isso.</p>
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		<title>Inovação ou comercialização?</title>
		<link>http://www.manalais.com.br/blog/marketing/inovacao-ou-comercializacao/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Jul 2007 21:05:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já li dezenas de livros e revistas de negócios que tratam a inovação como o único caminho para a criação de vantagem competitiva. Mas será que isso é uma verdade absoluta? São vários os gurus enaltecedores da inovação, entretanto, acredito que as empresas que fazem grande sucesso em vendas não são necessariamente inovadoras, mas aquelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já li dezenas de livros e revistas de negócios que tratam a inovação como o único caminho para a criação de vantagem competitiva. Mas será que isso é uma verdade absoluta? São vários os gurus enaltecedores da inovação, entretanto, acredito que as empresas que fazem grande sucesso em vendas não são necessariamente inovadoras, mas aquelas que demonstram grande capacidade para comercializar seus produtos e serviços. O melhor exemplo é a <a href="http://www.microsoft.com.br">Microsoft</a>: Bill Gates nunca foi um inovador, mas provou para o mundo que é um excelente homem de vendas e marketing.</p>
<p>A <a href="http://www.jnjbrasil.com.br">Johnson&amp;Johnson</a> e a <a href="http://www.procter.com.br">Procter Gamble</a>, não foram as inventoras da fralda, porém foram elas que criaram um mercado mundial para esse tipo de produto. Na realidade, a inovação permite que uma empresa obtenha uma pequena vantagem de timing que precisa ser aproveitada com muita rapidez, uma vez que logo surgem uma orda de concorrentes sedentos que também desejam entrar na fila para beber da mesma fonte. Agora, as empresas que sabem vender com maestria, conseguem vencer, porque tem sensibilidade para entender os desejos e necessidades de seus consumidores, e transformar isso em vantagem por meio de produtos que respondem a esses anseios. As &#8220;comercializadoras&#8221; são boas de sedução, essa é sua verdadeira vantagem competitiva, sua estratégia de oceano azul!</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/give-way.jpg" title="Give Way"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/give-way.jpg" alt="Give Way" /></a></p>
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		<title>A pesquisa de mercado inteligente</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Mar 2007 21:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por que será que no Brasil as empresas investem muito pouco em pesquisa de mercado, principalmente, as de pequeno e médio portes? É bem provável que isso seja reflexo da cultura arraigada dos empresários brasileiros muito acostumados a tomar decisões com base na intuição ou na experiência pessoal. É impressionante o número de empreendimentos que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por que será que no Brasil as empresas investem muito pouco em pesquisa de mercado, principalmente, as de pequeno e médio portes? É bem provável que isso seja reflexo da cultura arraigada dos empresários brasileiros muito acostumados a tomar decisões com base na intuição ou na experiência pessoal. É impressionante o número de empreendimentos que são sepultados nos primeiros três anos de vida, e isso, é basicamente um reflexo de decisões errôneas associadas, muitas vezes, a planejamentos empíricos. Mas o que serve de consolo para nós, brasileiros, é que muitos empreendedores americanos também agem dessa forma, porém, os investimentos em pesquisa de mercado nos Estados Unidos são dezenas de vezes maiores do que no Brasil. <a href="http://www.manalais.com.br/downloads/insights-manalais_02_mar2007.pdf">Leia +</a></p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/foto-jemon.jpg" title="Jemon Brustolin"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/foto-jemon.jpg" alt="Jemon Brustolin" /></a></p>
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		<title>A quinta e mais importante disciplina</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Dec 2006 15:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Peter Senge, diretor do Centro de Aprendizagem Organizacional da Sloan School of Management, do MIT, autor do livro A Quinta Disciplina, editado pela Nova Cultural, acredita que a única fonte de vantagem competitiva é a capacidade de uma organização aprender mais rápido e melhor que seus concorrentes. O livro explora temas complexos como a gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Peter Senge, diretor do Centro de Aprendizagem Organizacional da Sloan School of Management, do MIT, autor do livro A Quinta Disciplina, editado pela <a href="http://www.novacultural.com.br">Nova Cultural</a>, acredita que a única fonte de vantagem competitiva é a capacidade de uma organização aprender mais rápido e melhor que seus concorrentes. O livro explora temas complexos como a gestão dos modelos mentais e o seu impacto nos processos de tomada de decisão. Na minha opinião, esse livro deveria ser leitura obrigatória para todo executivo ou empresário. Infelizmente, as decisões de negócios ainda são muito embasadas em intuição ou experiências pessoais, entretanto, Senge demonstra com clareza que o mundo está muito complexo para que decisões importantes sejam tomadas de forma simplista. Por isso, é preciso estar muito atento às relações sutis de causa e efeito de um determinado acontecimento.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/peter_senge_1_1.jpg" title="Peter Senge - A Quinta Disciplina"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/peter_senge_1_1.jpg" alt="Peter Senge - A Quinta Disciplina" /></a><br />
em&gt;A Quinta Disciplina também nos ensina o quanto é importante corrigir as deficiências de aprendizagem em uma organização por meio do estímulo ao aprendizado coletivo e do pensamento sistêmico, ou seja, a capacidade de visualizar a totalidade. Ao invés de olharmos apenas para eventos precisamos aprender a analisar as inter-relações entre eles. Ler <em>A Quinta Disciplina </em>sem dúvida é algo que enriquece, já que os assuntos tratados por Senge nos levam a uma profunda reflexão sobre nossa maneira de pensar e trabalhar.</p>
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		<title>Memórias de um estrategista</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Sep 2006 14:52:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Essa com certeza seria a melhor definição para o livro “Memórias da Segunda Guerra Mundial”, editado pela Nova Fronteira, de autoria do grande estadista inglês Winston S. Churchill. Essa magnífica obra narrada por Churchill é uma viagem a um dos períodos mais turbulentos da história da humanidade e ao mesmo tempo uma verdadeira aula de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa com certeza seria a melhor definição para o livro “Memórias da Segunda Guerra Mundial”, editado pela <a href="http://www.novafronteira.com.br/produto.asp?CodigoProduto=1739">Nova Fronteira</a>, de autoria do grande estadista inglês Winston S. Churchill. Essa magnífica obra narrada por Churchill é uma viagem a um dos períodos mais turbulentos da história da humanidade e ao mesmo tempo uma verdadeira aula de estratégia.  Quem leu o livro percebe claramente porque Churchill conquistou tanto prestígio. Memórias da Segunda Guerra demonstra o quanto a falta de visão estratégica pode prejudicar países inteiros e levar a morte milhões de pessoas. Churchill foi um dos poucos homens públicos de seu tempo que conseguiu antever o perigo que Hitler representava para a Europa e para o mundo. Além disso, quando assumiu o cargo de primeiro ministro, Churchill demonstrou uma extraordinária capacidade de liderança em meio a um cenário perigoso e desafiador. O interessante é que o livro relata de forma pormenorizada, como os políticos europeus, principalmente os colegas de Churchill, no parlamento inglês, vacilaram na hora de tomar decisões importantes e cometeram erros desastrosos. É triste olhar para trás e perceber que essa guerra provavelmente poderia ter sido evitada, se esses mesmos chefes de estado tivessem tido menos vaidade pessoal e um pouco mais de bom senso. O livro, sem dúvida, é uma leitura que nos faz refletir sobre o quanto é importante não subestimar o inimigo e, acima de tudo, estar preparado para o pior. Para ter um panorama completo dessa época é interessante ler os dois volumes publicados por Churchill.</p>
<p><a href='http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/livro_churchill.jpg' title='Livro Churchill'><img src='http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/livro_churchill.jpg' alt='Livro Churchill' /></a></p>
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		<title>Erik</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2006 17:14:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com o início do programa eleitoral me vi inspirado a escrever algo sobre a diferença entre o falar e o fazer. Erik Weihenmayer foi o primeiro cego a escalar o monte Everest em 2001. Ele também escalou as sete montanhas mais altas do mundo em 2002. Erik é maratonista, alpinista, paraquedista acrobático, esquiador, ciclista de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o início do programa eleitoral me vi inspirado a escrever algo sobre a diferença entre o falar e o fazer. <strong>Erik Weihenmayer </strong>foi o primeiro cego a escalar o monte Everest em 2001. Ele também escalou as sete montanhas mais altas do mundo em 2002. Erik é maratonista, alpinista, paraquedista acrobático, esquiador, ciclista de longa distância, e fundador da organização &#8220;<a href="http://www.braillewithoutborders.org/ENGLISH/index.html">Braille sem Fronteiras.</a>&#8221; Esta organização se baseia em expedições e programas de intercâmbio sempre envolvendo desafios e aventura para cegos do mundo inteiro e tem como slogan &#8220;ser cego sem ser deficiente&#8221;. Projetos como esse deram origem a diversas organizações como &#8220;<a href="http://www.climbingblind.org/">Climbing Blind</a>&#8221; e outros sites que informam e incentivam a realização de projetos semelhantes.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/bigsummitpoint.jpg" title="Montanha"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/bigsummitpoint.jpg" alt="Montanha" /></a></p>
<p>Erik Weihenmayer escreveu o livro &#8220;<em><a href="http://www.amazon.com/gp/product/0452282942/sr=8-2/qid=1155660978/ref=sr_1_2/104-1746858-3756705?ie=UTF8">Touch the Top of the World: A Blind Man&#8217;s Journey to Climb Farther than the Eye Can See</a></em>&#8221; onde relata sua aventura. Hoje Erik é professor, técnico de esportes, palestrante, e realiza todas as suas aventuras com extrema segurança. Ele desenvolveu &#8220;sistemas secretos&#8221; que utiliza em todas as atividades que ele realiza, das mais simples, como identificar o tamanho de um quarto pelo eco, as mais complexas como seguir o som de pequenos sinos colocados na mochila dos companheiros para lhe dar direção nas escaladas, ou ainda buscar nas rochas pelo tato a melhor aderência. Erik Weihenmayer não pretende parar e ele não é candidato a nada.</p>
<p><a href="http://www.touchthetop.com/">Erik Weihenmayer website</a></p>
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		<title>Estratégia que dá asas!</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Aug 2006 13:25:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Red Bull enquadra-se numa categoria única de empresas: as que sabem usar o marketing com muita criatividade e inteligência. O austríaco Dietrich Mateschitz fundador da empresa é o exemplo perfeito de um empreendedor visionário que criou ao mesmo tempo um produto e um mercado, o de bebidas energéticas. E o mais incrível é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.redbull.com.br">Red Bull</a> enquadra-se numa categoria única de empresas: as que sabem usar o marketing com muita criatividade e inteligência. O austríaco Dietrich Mateschitz fundador da empresa é o exemplo perfeito de um empreendedor visionário que criou ao mesmo tempo um produto e um mercado, o de bebidas energéticas. E o mais incrível é que a Red Bull se transformou numa gigante global com faturamento de € 2,1 bilhões, por meio de um único produto. Como ele conseguiu essa proeza num período inferior a 20 anos? A bebida em si não tem características especiais, e muitos consumidores, tem opinião dividida em relação ao produto. Isso evidencia que a grande força da marca está em seu marketing agressivo e inovador direcionado para o público jovem. Para se ter uma idéia, a Red Bull reserva 35% de seu faturamento para ações de comunicação e marketing.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/redbull.jpg" title="Red Bull"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/redbull.jpg" alt="Red Bull" /></a></p>
<p>A empresa vai muito além das táticas tradicionais e investe pesado em patrocínios exclusivos que envolvem desde times de futebol, corridas de aviões até uma equipe própria de fórmula 1. O que me fascina na Red Bull é sua capacidade de transcender o produto e criar um estilo de vida. Sua personalidade de marca tem conseguido se manter jovem e empolgante ao longo dos anos, e isso provavelmente é um dos principais ativos da marca, e explica porque o produto faz tanto sucesso. Com certeza, é uma ótima defesa contra a investida de tubarões globais, dentre os quais, a própria Coca-Cola, que lançaram produtos concorrentes, mas não conseguiram desbancar a hegemonia mundial conquistada pela Red Bull. Aliás, a personalidade da marca é um reflexo do próprio fundador, um empresário adepto de esportes radicais que faz questão de transmitir esse mesmo espírito para a marca. Como profissional de marketing, acredito que Mateschitz é um exemplo a ser seguido para toda empresa que quiser se diferenciar no mercado de forma eficaz.</p>
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