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	<title>Manalais - Propaganda, design e consultoria em estratégia &#187; sony</title>
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	<description>Blog da Manalais Comunicação, agência localizada em Curitiba, especializada em marketing, propaganda, design, web, SEO, branding e consultoria em estratégia.</description>
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		<title>Criatividade em alta voltagem!</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Nov 2007 17:17:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jemon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[fallon]]></category>
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		<description><![CDATA[A Fallon, lendária agência americana, não economizou recursos para construir a imagem da Bravia, linha de LCDs da Sony. No comercial mais recente, Bravia &#8220;Pyramid&#8221;, a pirâmide de Queóps foi a protagonista. Os outros dois comerciais anteriores &#8220;Balls&#8221; e &#8220;Paint&#8221; também são um verdadeiro show de beleza visual e sonora. Cada produção explora um cenário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>Fallon</strong>, lendária agência americana, não economizou recursos para construir a imagem da <strong>Bravia</strong>, linha de LCDs da Sony. No comercial mais recente, Bravia &#8220;Pyramid&#8221;, a pirâmide de Queóps foi a protagonista. Os outros dois comerciais anteriores &#8220;Balls&#8221; e &#8220;Paint&#8221; também são um verdadeiro show de beleza visual e sonora. Cada produção explora um cenário diferente, mas a mensagem sempre é a mesma: cores como nenhuma outra TV. Esta campanha demonstra que não basta ter uma grande idéia, também é preciso ter uma grande capacidade de execução e, é claro, muita bufunfa.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zW--lAtwyEo&amp;rel&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/zW--lAtwyEo&amp;rel&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Pra quem ainda não viu os outros dois&#8230;</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GURvHJNmGrc&amp;rel=1&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/GURvHJNmGrc&amp;rel=1&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/2Bb8P7dfjVw&amp;rel=1&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/2Bb8P7dfjVw&amp;rel=1&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
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		<title>Negócio da China I</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 00:11:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Robson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[estratégia]]></category>
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		<description><![CDATA[Nesta série de artigos eu gostaria de discutir as dificuldades em se adapatar às novas tendências num mundo em constante mutação. Fico curioso em saber como profissionais estão se preparando para essa nova &#8216;onda&#8217;. Estes artigos, em minha opinião, trazem elementos de discussão para todos os profissionais das áreas de marketing, propaganda, e design.
Trazendo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta série de artigos eu gostaria de discutir as dificuldades em se adapatar às novas tendências num mundo em constante mutação. Fico curioso em saber como profissionais estão se preparando para essa nova &#8216;onda&#8217;. Estes artigos, em minha opinião, trazem elementos de discussão para todos os profissionais das áreas de marketing, propaganda, e design.<br />
Trazendo à luz alguns pontos sobre o país que mais muda no mundo atualmente, e que traz do oriente novas fórmulas para o que no ocidente se considera senso comum, acho que chegou a hora de encarar o dragão.</p>
<p>Nos últimos cinco anos, muito do que sem tem discutido ou se tem escutado nos meios acadêmicos e econômicos(com mais frequência), gira em torno da China. Do progresso da China, da economia chinesa, dos avanços do &#8216;capitalismo chinês&#8217;, e do futuro do mundo com a China como líder. Para aqueles que residem mais perto de onde a discussão realmente interessa, as preocupações são outras. O que preocupa aqui é o produto chinês de segunda ocupando enormes fatias do mercado americano, e o produto chinês de primeira, fabricado na China para <a href="www.apple.com">Apple</a>, <a href="http://www.mattel.com/safety/us/">Mattel</a>, <a href="http://www.sony.com/index.php">Sony</a>, chegando ao mercado com defeitos, baterias que explodem, ou com componentes que contaminam os usuários.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/spicy-chicken.jpg" title="Spicy Chicken"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/spicy-chicken.jpg" alt="Spicy Chicken" /></a></p>
<p>Na China, o negócio e produzir rápido e barato. O americano adora isso. Lá o empregado trabalha sem seguro, não precisa de direitos trabalhistas, e o principal, não reclama. Se alguém quer ter idéia de como isso funciona e só ir a um restaurante Chinês nos Estados Unidos. Tudo é rápido, barato, feito ao gosto do americano, com um cardápio simplificado, e uma rotina no atendimento. O chinês achou uma maneira de &#8220;Mcdonaldizar&#8221; uma cultura milenar para fazer o que todo mundo gosta na dança pelo poder mundial: ganhar dinheiro.</p>
<p>Se você conhecer o dono e ficar freguês mostrando interesse pela cultura e exotismos da China, aí ele te mostra um cardápio separado só para os chineses, onde a verdadeira comida chinesa se encontra. Ali tudo é mais caro e feito como deve ser. O americano médio não gosta disso pois associa o que se come no resto do mundo, exceto na Europa, como sujo e feito sem qualidade. Nesse novo mundo, e com a China chegando dessa forma agressiva em todos os mercados, o que há de ser do &#8216;tradicional&#8217; em todas as áreas do marketing? Vamos todos nos adaptar a esse movimento ou os chineses vão se adaptar ao ocidente como fizeram nos Estados Unidos?</p>
<p>No Brasil a preocupação ainda é pequena porque o Brasil não ocupa um lugar de destaque na disputa pela &#8216;dominação&#8217; mundial, o que não demanda uma preocupação muito grande por parte da China. A China está interessada no nosso churrasco por enquanto. Para explorar mercados subdesenvolvidos, a China está financiando guerras e vendendo armas na África. Para estar na liderarança dessa corrida de fundo, a China está atacando primeiro os peso-pesados: Europa, EUA, e Rússia. A invasão já começou há muitas décadas, mas não nos demos conta. Estávamos assistindo &#8220;Quem matou Odete Roytman?&#8221; e brincando com os recém chegados &#8216;<a href="http://www.tamagotchi.com/">Tamagotchi</a>&#8216;.</p>
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		<title>Design renasce no segmento de PCs</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 12:40:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[dell]]></category>
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		<description><![CDATA[Você anda cansado da mesmice e da falta de estilo dos computares pessoais? Pois é, parece que existe uma luz no fim do túnel, e não estou me referindo a mais uma das peripécias da Apple. De acordo com o estudo da Forrester Research, nos próximos cinco anos, haverá um movimento de renascença do design [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você anda cansado da mesmice e da falta de estilo dos computares pessoais? Pois é, parece que existe uma luz no fim do túnel, e não estou me referindo a mais uma das peripécias da Apple. De acordo com o estudo da Forrester Research, nos próximos cinco anos, haverá um movimento de renascença do design no segmento de computadores. O setor, nos últimos anos muito focado em tecnologia, apresentou poucas inovações no que tange à aparência e ao design. A evolução do branco e bege para o preto e cinza foi um desses progressos. O estudo detectou uma demanda latente por PCs com estilo e, principalmente, consumidores dispostos a pagar mais por esse design diferenciado.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_1400_pink.jpg" title="Notebook Dell"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_1400_pink.jpg" alt="Notebook Dell" /></a></p>
<p>Desempenho só não basta, as pessoas desejam personalizar a estética de seus computadores. Acha difícil? Dê uma olhada no site da <a href="http://www.dell.com/content/topics/segtopic.aspx/advertised?c=us&amp;cs=19&amp;l=en&amp;s=dhs&amp;~ck=anavml">Dell</a>. É possível customizar seu laptop escolhendo entre diversas opções de tamanho, forma, funcionalidade, em mais de 10 tipos de cores, que vão do rosa ao amarelo. Para divulgar essa nova estratégia a Dell lançou uma campanha de marketing utilizando o slogan &#8220;yours is here&#8221;. Outros fabricantes como a HP, a Gateway, a Sony e a Acer também já acordaram para o que já está sendo chamado de a <em>era da estética nos PCs</em>. Para quem acompanha nosso blog já comentamos exatamente sobre essa tendência no artigo <a href="http://blog.manalais.com.br/2007/06/11/a-estetica-nos-negocios/">A Estética nos Negócios</a>.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_eight_colors.jpg" title="Notebooks Dell - Oito Cores"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/insp_eight_colors.jpg" alt="Notebooks Dell - Oito Cores" /></a></p>
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		<title>Diga-me com quem andas e te direi quem</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 19:30:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jomar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[samsung]]></category>
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		<description><![CDATA[Essa parábola bíblica parece meio fora de contexto, já que aparentemente não possui relação com o mundo do marketing, mas é bem verdade que poderia servir para explicar o que é “Co-branding”. O consumidor pode não perceber ou pode até achar estranho uma sandália Havaianas custar US$ 75 nos EUA, mas quando ele descobre que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa parábola bíblica parece meio fora de contexto, já que aparentemente não possui relação com o mundo do marketing, mas é bem verdade que poderia servir para explicar o que é “Co-branding”. O consumidor pode não perceber ou pode até achar estranho uma sandália <a href="http://www.aguavivausa.com/swarovskibaguette.htm">Havaianas custar US$ 75 nos EUA</a>, mas quando ele descobre que a dita vem ornada com cristais Swarovski, ouve-se “Ohh!!! Talvez o preço seja justo”.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/topswar_cbaguette.jpg" title="Havaianas Swarovski"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/topswar_cbaguette.jpg" alt="Havaianas Swarovski" /></a></p>
<p>Mas a questão aqui não é preço, e sim prestígio, já que a Alpargatas não vai estourar os cofres vendendo a sua prosaica sandália com maior margem de lucro, mas com menor participação de mercado. Associar a Havaianas com a marca Swarovski é sem dúvida uma jogada muito inteligente, que gera reconhecimento e maior penetração do produto em classes mais refinadas. Essa é a essência do co-branding: associar uma marca a outra de igual ou maior prestígio, a fim de obter maior participação de mercado, segmentar um produto para um consumidor específico ou aumentar o seu valor de marca. Existem inúmeros exemplos de co-branding, já que essa estratégia está em voga, mas vale citar algumas, como a <a href="http://seriouswheels.com/cars/top-2005-Mercedes-Benz-CLK-Cabriolet-Armani.htm">Mercedes-Benz CLK Armani</a>, associando dois ícones de estilo e refinamento; a moto <a href="http://www.mvagusta.com/_vti_g1_ver.aspx?IdVer=92&amp;rpstry=7_">MV Agusta Senna</a>, dispensa comentários; o relógio <a href="http://www.omegawatches.com/index.php?id=967">Omega</a> e seu arquétipo de consumidor, James Bond (uma marca bem forte); o Clio Sedã O Boticário, voltado para o público feminino; os notebooks <a href="http://global.acer.com/products/notebook/fr5000.htm">Acer Ferrari</a> e <a href="http://event.asus.com/2006/nb/lamborghini/">Asus Lamborghini</a>, tentam ser alteregos de marcas tradicionais do automobilismo.</p>
<p><a href="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/asus_nb.gif" title="Notebook Asus"><img src="http://www.manalais.com.br/blog/wp-content/uploads/2008/02/asus_nb.gif" alt="Notebook Asus" /></a></p>
<p>Com a consolidação da fotografia digital as empresas de eletrônicos perceberam que esse setor seria um novo filão, e como não possuíam know-how em ótica, nem tradição, trataram logo de se associar com os nomes fortes do mundo da fotografia. <a href="http://www.sony.net/Products/dslr/lenses.html">Sony</a>, <a href="http://www2.panasonic.com/webapp/wcs/stores/servlet/LeicaLensExplained?storeId=15001&amp;catalogId=13401&amp;langId=-1&amp;catGroupId=24999">Panasonic</a> e <a href="http://www.samsungcamera.com/flash/gx10/en/index.html">Samsung</a> saíram na frente firmando parcerias com a Carl Zeiss, Leica e Scheneider, respectivamente. O mais interessante é que o incremento no preço final desses produtos não é gerado apenas pelos pequenos diferenciais tangíveis, mas pelo valor intangível das marcas associadas a ela.</p>
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		<title>Sony Bravia e as explosões de cores</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Nov 2006 00:31:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jackson</dc:creator>
				<category><![CDATA[Propaganda]]></category>
		<category><![CDATA[sony]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais um excepcional comercial da Sony para a linha de LCDs Bravia. O mais recente trabalho &#8220;Paint&#8221; é um espetáculo visual que acompanha o sucesso do antecessor &#8220;Balls&#8221;, onde 250 mil bolinhas de borracha foram jogadas ladeira abaixo em San Francisco ao som de José González &#8220;Heartbeats&#8221;. Agora a peripécia é em Glasgow, Escócia, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um excepcional comercial da <strong>Sony</strong> para a linha de <strong>LCDs Bravia</strong>. O mais recente trabalho &#8220;Paint&#8221; é um espetáculo visual que acompanha o sucesso do antecessor &#8220;Balls&#8221;, onde 250 mil bolinhas de borracha foram jogadas ladeira abaixo em San Francisco ao som de José González &#8220;Heartbeats&#8221;. Agora a peripécia é em Glasgow, Escócia, e conta com a direção de <strong>Jonathan Glazer</strong>. Realmente uma idéia simples, mas com uma execução extremamente cuidadosa. E, para quem acha que toda idéia simples é sinônimo de produção barata, aqui vão alguns números: 10 dias e 250 pessoas envolvidas para filmagem, 70 mil litros de tinta (não-tóxica), 622 caixas de bombas, 455 morteiros, 57Km de cabos para detonação, 1.700 detonadores, guindastes, helicóptero, sem contar as inúmeras câmeras e horas de pós-produção.</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/s12PiTKnb0I&#038;fs=1" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed src="http://www.youtube.com/v/s12PiTKnb0I&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Mais um detalhe, apesar da tinta ser ecológica e a base d´agua, a limpeza dos edifícios consumiu mais 5 dias de trabalho e envolveu 60 pessoas.</p>
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